Quadro 1 - eu aguardava minha vez para uma sessão de fisioterapia no ombro baleado e ouvia a conversalhada de duas mulheres no lado de dentro.
Pensei: quanta superficialidade, quanta cafonice de duas mulheres de uns trinta anos. Comentavam abobrinhas.
Quadro 2 - Acordei de madrugada num hotel do interior. Estremunhando liguei o rádio para saber a hora, temperatura, essas coisas. Não adiantou, só música e ainda de discutível qualidade, mil propagandas de remédios e farmácias, chasques e leros.
Quadro 3 - A nossa Constituição diz que Rádios e Tvs são CONCESSÕES do Poder Público, mas são usadas, pelos donos dos equipamentos, como bem lhes dá na telha. Inclusive para professarem religiões, quando nosso Estado é laico.
Tenho certeza que a boçalidade, a ignorância, modismos burros vêm do mau uso de rádio e tvs.
Sim! um locutor semianalfabeto é mais ouvido do que mil professores!
Um apresentador tacanho de TV dita regras de duvidosa ética.
Será que Nestor Hein tem razão quando diz que mau gosto e superficialidade, mais jeitinho estão no nosso DNA?
Contrariado com a decisão tomada ontem pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, o senador Wellington Dias (PT-PI) vai propor uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir que os Estados não produtores recebam uma fatia maior dos royalties obtidos com a exploração do petróleo em contratos já assinados. Wellington Dias é o autor da lei dos royalties que teve parte dos seus efeitos suspensos ontem à noite por decisão liminar da ministra Cármen Lúcia.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Em primeiro lugar quero dizer que , antes de ter sido juiz, fui advogado. E agora o sou de novo.
Mas antes de tudo sou um livre pensador. Procuro seguir a doutrina da harmonia entre os poderes.
Nunca neguei que vejo com preocupação a invasão, cada vez maior, de setores do Judiciário, sobre as esferas de competência estrita dos demais poderes.
Òtimo sr. Senador, faça isso.
Assim como o Congresso se impôs quando " revogou" aquela ousadia do Judiciário, interferindo na questão do número de vereadores dos Municípios.






