terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
DE VOLTA ÀS ORIGENS, MAS SEM ESQUECER NOSSO PAGO GAUCHO
Armando, meu filho, engenheiro, foi trabalhar na Becker Avonics, em Baden Baden, na Alemanha. Primeiro foi sozinho,firmou-se bem e depois chamou a família. É possível que fixem residência por lá para sempre.
Achei lindo, muito lindo, Armando ter colocado na sala do seu apartamento a gloriosa bandeira da República Rio-Grandense.
Afinal, foi aqui que nossa família, há um século, encontrou abrigo, progrediu incrivelmente e sempre foi muito feliz.
sábado, 3 de dezembro de 2016
É SÓ O HOMEM NÃO ATRAPALHAR DEMAIS QUE A NATUREZA SE RECUPERA
Bem ou mal, aos poucos uma consciência ecológica vai se alastrando, inclusive no Brasil. Mas, é claro, estamos longe de outros países.
Conquanto ainda se veja, em Xangri La e Atlântida, degradações ambientais, lixo jogado na calçada ou na praia, ano a ano a coisa melhora.
É impressionante o número de aves que aparecem, felizes, sem serem molestadas.
Até as flores silvestres medram , singelas e puras, entre os gramados.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
UMA LÁGRIMA POR CHAPECÓ - COMENTÁRIOS
Caro colega magistrado Ruy Armando Gessinger,
Muito belo, apropriado e justo teu escrito "Uma lágrima dolorida por Chapecó" (ZH, 30-11-16, p. 38). Pões em destaque os valores essenciais daquela comunidade, coragem, empreendedorismo, trabalho, honestidade, etc., o que explica sua ascensão ao ponto de destaque regional e nacional a que chegou, inclusive no esporte, agora tão tragicamente afetado com o desastre aviatório na Colômbia. Esses valores, diga-se de passagem, estão universalizados no florescente oeste de SC, com certeza, por irradiação de Chapecó. Tudo isso me toca, porque a localidade onde nasci pertencia, à época, ao município de Chapecó. Posteriormente passou a integrar o de Itapiranga, emancipado de Chapecó; por fim, acabou sendo de São João do Oeste, desmembrado de Itapiranga. Pelo nascimento, porém, permaneço chapecoense e, como tal, também me sinto destinatário de uma "lágrima dolorida", espécie que, aliás, rola solta e abundante não só aqui no sul, mas no Brasil e no mundo, num gesto impressionante de solidariedade, unindo todos no sofrimento. De fato, é pena que semelhante unanimidade no bem-querer, desejando ânimo e força aos afetados pelo infortúnio, só se consiga no mundo sob o impacto de uma tragédia.
Parabéns e um forte abraço.
José Nedel
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Li hoje seu artigo sobre Chapecó. Parabéns é a mais pura realidade.
Você não me conhece, mas eu lembro muito bem deste filho do saudoso filho de Armando Gessinger, que na década de 50, na localidade de 4a linha nova, teu pai, com um caminhão vinha buscar banha, torresmo e outros produtos coloniais para abastecer a cidade.
Lembro, nós crianças, em torno de 7 anos, você falava português e eu só alemão, aprendi contigo as primeiras palavras em português, enquanto teu pai e o meu Theodoro Goerck, carregavam o caminhão.
Eu há muito gostaria de lhe rever e relembrar este fato muito significativo para mim e lhe poder dar um abraço.
Saudades
Vergilio Goerck
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Mestre, parabéns por sua coluna de hoje em ZH. Embora uma convivência de pouco tempo reconheço em suas palavras algo que me dá grande alegria , a manifestação de alguém com integridade e de profunda sensibilidade no trato das chamadas relações humanas. Um abraço do parceiro eventual.Jacyr
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Olá Ruy
Embora toda a tristeza, venho
te cumprimentar pela didática aula de história quanto a romaria dos gaúchos em
direção aquela cidade. Gostei mesmo. Um abraço. Raul Ruschel,advogado
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
ZERO HORA DE HOJE PUBLICA ARTIGO DO MEU BLOG
UMA
LÁGRIMA DOLORIDA POR CHAPECÓ
Advogado
Se o Brasil todo, inclusive o RGS, fosse
metade da pujança de Chapecó, seríamos hoje primeiro mundo.
Chapecó reuniu, há
poucas décadas, gente, principalmente do RGS, Paraná e São Paulo, que queria
progredir.
Permitam-me explicar aos leitores jovens. Com as imigrações
alemã e italiana, os colonos se fixaram em terras, inclusive do nosso Estado
que, com o aumento populacional, logo se mostraram insuficientes. Ocorreu,
então, há menos de um século, uma diáspora de colonos, pequenos
comerciantes, artesãos, para o oeste catarinense. Eu era um menino e me lembro
de vários tios , por parte da mãe, eram agricultores, que partiam, com
caminhões velhos, em direção às “ terras novas”, de Santa Catarina.
Itapiranga, São Miguel do Oeste, Chapecó, eram as palavras
mágicas. A colonada, rude e determinada, largou Santa Cruz, Venâncio Aires,
Lajeado, Estrela, (as colônias velhas), em direção a uma vida melhor.
Chapecó foi isso: o destino dos sonhos de quem queria mais terra
para trabalhar.
Chapecó não tinha praias, nem palmeiras, nem cachoeiras.Muito menos facilidades e mordomias.
Foi sua GENTE que fez a diferença. Em todo mundo é assim: a GENTE faz o lugar ser bom ou ruim.
Chapecó não tinha praias, nem palmeiras, nem cachoeiras.Muito menos facilidades e mordomias.
Foi sua GENTE que fez a diferença. Em todo mundo é assim: a GENTE faz o lugar ser bom ou ruim.
“Labor omnia vincit”, como me ensinaram os Jesuítas.
Em Chapecó, portanto, ocorreu um progresso, em todos os sentidos, que não perde para lugar nenhum do mundo.
E não é que um grupo de abnegados decidiu montar um clube de futebol como organizam seus próprios negócios? Com PROBIDADE. E a semente germinou, como todos constatamos.
Uma tragédia, infelizmente, se abateu sobre Chapecó.
Que nos sirva de lição o gesto do Clube colombiano que pediu que a Chapecoense fosse coroada a campeã da Sul Americana. Gesto nobre em homenagem a uma gente nobre.
Chapecó, ao menos para mim, será para sempre a cara que o Brasil, às vezes podre, deveria ter.
Cara limpa, alegre, séria, honesta, empreendedora.
O mundo se dá conta, agora, de um Brasil diferente.
Pena, lástima, que foi desse jeito.
domingo, 27 de novembro de 2016
ME DESPEDI HOJE DE MINHAS NETINHAS QUE VÃO MORAR NA ALEMANHA
Fui na casa delas em S. Leopoldo.
Imprimi meu jeito de ser e de viver: nada de soluços, choros, ranger de dentes, recomendações.
Nada disso. Conversamos e demos muita risada. A mais nova, Clara, e eu tocamos violino. Expliquei a elas que agora é muito frio na Alemanha ,que esse negócio de neve é muito romântico na telinha , mas na real é outra coisa. As noites são longas.
E que é outro modo de viver, com muita justiça e segurança.
Mas que essas duas pirralhas vão sacudir corações, isso vão!
sábado, 26 de novembro de 2016
CARTA PARA MINHAS NETAS CLARA E PETRA
Gurias!
Daqui a uns dias vocês farão a viagem inversa àquela que seus bisavós fizeram. Vão morar na Alemanha, onde já está trabalhando o Armando, pai de vocês e meu filho.
Claro que a gente vai continuar se falando e coisa e tal, mas não com tanta frequência.
Lembrem-se que vocês carregam uma carga genética de muita rusticidade, resistência e força, tanto física como mental.
A vó Ludmila, minha mãe já falecida, me deu a luz em casa, assistida por uma parteira e um balde de água. E já saí mamando. Nunca tive baldas e desde criança trabalhei (fosse hoje meus pais estariam na cadeia). Quando eu fazia uma arte recebia uns laçaços na bunda ( coisa que se fosse hoje, levaria meu pai ao Presídio de segurança máxima).
A gente ia na aula, com chuva ou sem chuva, a pé e levava reguaços dos professores ( que hoje seriam executados por fuzilamento).
Futebol a gente jogava de pé no chão e quanto pisava num prego enferrujado tracava-lhe sal e " segue o baile".
Apesar de na época não haver vacina, nem isso nem aquilo, ninguém morreu.
Então , gurias, metam a cara, vão morar meio amontoadas no início. Sorriam para os vizinhos, sejam prestativas, se for o caso, sejam babás no início.
E não se esqueçam: a vida é dura para quem é mole .
E ao embarcarem no avião, só olhem para a frente!
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
VICE GOVERNADOR CAIROLI - CONSTA QUE PEGOU PESADO ONTEM EM SANTIAGO RS
Vejam o que postou o jornalista, escritor e advogado Júlio Prates:
http://julioprates.blogspot.com.br/
http://julioprates.blogspot.com.br/
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
INTER - PALHAÇADA EM CIMA DE PALHAÇADA
Primeiro: é da vida rodar com o cavalo. É da vida ir mal nos negócios, quebrar, falência etc.
Segundo: sou colorado, mas quando me gripei, duas vezes na vida, não veio ninguém do Inter perguntar se eu não " percisava" de " arguma cosa".
A mim parece que simplesmente nossos jogadores são pernas de pau. Inclusive esse frei capuchinho que é o goleiro.
O time de uma turma do Direito da PUC em que joga meu filho, se for só de 30 minutos a peleia, ganha dos titulares do Inter. Mas esses guris querem estudar e, por isso, não têm preparo físico.
Sim, palavra mágica, esses jogadores só tem headphones , tatuagens, bonés e preparo físico. Seu vocabulário é resumido.
Agora vão levar a tropa para Viamão para se concentrarem.
Aiaiaiai
Eles não estão nem aí: o Inter cai para a Segundona e eles, nossos gladiadores, vão trocar de camisa, dando risada.
Por isso não esquento.
Dá-lhe Inter contra o Metropol de Criciúma, ou contra o Fortes e Livres de Muçum.
Mas quando for contra o Íbis, fico com o corvinho.
Segundo: sou colorado, mas quando me gripei, duas vezes na vida, não veio ninguém do Inter perguntar se eu não " percisava" de " arguma cosa".
A mim parece que simplesmente nossos jogadores são pernas de pau. Inclusive esse frei capuchinho que é o goleiro.
O time de uma turma do Direito da PUC em que joga meu filho, se for só de 30 minutos a peleia, ganha dos titulares do Inter. Mas esses guris querem estudar e, por isso, não têm preparo físico.
Sim, palavra mágica, esses jogadores só tem headphones , tatuagens, bonés e preparo físico. Seu vocabulário é resumido.
Agora vão levar a tropa para Viamão para se concentrarem.
Aiaiaiai
Eles não estão nem aí: o Inter cai para a Segundona e eles, nossos gladiadores, vão trocar de camisa, dando risada.
Por isso não esquento.
Dá-lhe Inter contra o Metropol de Criciúma, ou contra o Fortes e Livres de Muçum.
Mas quando for contra o Íbis, fico com o corvinho.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
A SENTENÇA É PROFERIDA EM NOME DO POVO
Das Urteil ergeht im Namen des Volkes, como de há muito proclamam os germânicos.
O Juiz tem seu poder de instruir processos e os julgar, não por seus lindos olhos, ou sua fulgurante inteligência.
Sim, na maioria dos casos, ingressa na Magistratura por concurso público.Mas seu poder emana do povo.
Deve, portanto, obediência às leis," lato sensu" falando.
Sim, interpreta a lei como achar melhor.
Não deve, no entanto, substituir-se ao Promotor de Justiça.
É assunto para um tratado de mil páginas.
O Direito levou séculos,milênios, para ser construído pela Humanidade.
Cada vez queremos juízes mais preparados.
Mas ando muito desconfiado com um ativismo judiciário exacerbado.
O Juiz tem seu poder de instruir processos e os julgar, não por seus lindos olhos, ou sua fulgurante inteligência.
Sim, na maioria dos casos, ingressa na Magistratura por concurso público.Mas seu poder emana do povo.
Deve, portanto, obediência às leis," lato sensu" falando.
Sim, interpreta a lei como achar melhor.
Não deve, no entanto, substituir-se ao Promotor de Justiça.
É assunto para um tratado de mil páginas.
O Direito levou séculos,milênios, para ser construído pela Humanidade.
Cada vez queremos juízes mais preparados.
Mas ando muito desconfiado com um ativismo judiciário exacerbado.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
CHEGAMOS A UM PONTO PERIGOSO, COMO JÁ VENHO ADVERTINDO NO MEU BLOG. ENQUANTO É NO DOS OUTROS QUE ARDE, APLAUDIMOS. E QUANDO SE ESBOROAR O SISTEMA DE GARANTIAS?
Não percam tempo em me criticar. Falo do alto de mais de 50 anos de estudo jurídico e da História do Direito.
É sempre a mesma coisa: o desprezo da investigação científica e o acolhimento mais fácil da truculência.
Para que existe a figura do promotor? O juiz tem que se policiar para proceder serenamente.
Vejamos o que diz o blog Migalhas de hoje:
É sempre a mesma coisa: o desprezo da investigação científica e o acolhimento mais fácil da truculência.
Para que existe a figura do promotor? O juiz tem que se policiar para proceder serenamente.
Vejamos o que diz o blog Migalhas de hoje:
Uma tarde em Curitiba
As
oitivas ontem em Curitiba foram penosas. Depuseram testemunhas de acusação
contra Lula no caso do famigerado tríplex. Na mesa, o delator do Pantanal,
Delcídio do Amaral.
Cena 1 - Moro faz os esclarecimentos de praxe.
Cena 2 - O membro do parquet começa a questionar
coisas desenxabidas. O advogado de Lula, Cristiano Zanin, reclama, porque o
escopo daquele feito era o apartamento, no que Moro se adianta e diz que o
colega, digo, o promotor está apenas contextualizando. Essa cena se repete
outras vezes.
Cena 3 - Moro, desinquietado, diz que a defesa
está tumultuando a audiência, e o advogado presente, Roberto Batochio, lembra o
magistrado que ele não é dono do processo. "Aqui os limites são a lei. A
lei é a medida de todas as coisas e a lei do processo disciplina esta
audiência. A defesa tem o direito de fazer uso da palavra, a defesa tem direito
de fazer uso da palavra pela ordem."
Cena 4 - Tartamudeante, o juiz recomeça a oitiva.
É o momento de a defesa inquirir o delator. Na primeira pergunta, o jovem
integrante do parquet questiona o advogado acerca da pertinência da indagação.
Moro observa que é hora da defesa e pede para seguir. O depoente, ensaboado,
responde a tudo. Ao final, e o que interessa, não sabe nada do tal Tripléx.
Cena 5 - Moro então começa a reperguntar. Diz que
está fazendo esclarecimentos. Para a defesa, Moro quer fazer a prova que o MPF
não conseguiu. Moro não aceita intervenções e diz que os causídicos podem usar
a retórica nas alegações finais. A defesa pergunta se Moro acha que o papel da
defesa é meramente retórico. Conduzindo o raciocínio, Moro vai extraindo de
Delcídio os "esclarecimentos" que lhe interessam.
Pode-se
até dizer que Moro agiu em busca da verdade real. Mas para se ter uma ideia do
ineditismo da situação, chegou-se ao ponto de Delcídio, em evidente ato falho,
dizer o seguinte : "corroborando o que o dr. Moro falou" (parte 1 -
14:00).
domingo, 20 de novembro de 2016
RUDOLF GENRO GESSINGER TEM TRABALHO JURÍDICO SEU PUBLICADO
Rudolf, meu filho, é acadêmico de Direito na PUC RS
CONSENTIMENTO PRESUMIDO DO OFENDIDO EM INTERVENÇÕES MÉDICO-CIRÚRGICAS
OFFENDED’S PRESUMED CONSENT IN MEDICAL-CIRURGICAL INTERVENTIONS
Rudolf Genro Gessinger 1
CONSENTIMENTO PRESUMIDO DO OFENDIDO EM INTERVENÇÕES MÉDICO-CIRÚRGICAS
OFFENDED’S PRESUMED CONSENT IN MEDICAL-CIRURGICAL INTERVENTIONS
Rudolf Genro Gessinger 1
1 Acadêmico em Ciências Jurídicas e Sociais pela PUCR. Bolsista de Iniciação Científica pelo CNPq. rudolf@gessinger.com.br.
RESUMO
O presente estudo pretende delimitar as formas como o consentimento do ofendido deve ser manifestado e em que moldes este instituto pode ser considerado eficaz, bem como suas características e peculiaridades, além de analisar as hipóteses de aplicabilidade no Direito Penal Médico, especialmente nas intervenções médico-cirúrgicas. Expõe-se a necessidade de haver consentimento do paciente, ainda que presumido, quanto às intervenções médicas às quais será submetido, contrastando com o entendimento de parte da doutrina que afirma serem o exercício regular do direito de praticar a medicina ou o estado de necessidade de terceiro suficientes para legitimar procedimentos médicos. Após utilizar o método de revisão bibliográfica, constata-se que, apesar do incipiente desenvolvimento doutrinário do consentimento presumido do ofendido em nosso país, trata-se de uma figura jurídico-penal útil para o exercício da medicina, ainda que de aplicação restrita a duas hipóteses: inconsciência do paciente e urgência médica. Não bastam, assim, as excludentes de antijuridicidade legais para tornar lícito o agir dos médicos; o consentimento do ofendido (presumido) também deve ser considerado para evitar a realização de intervenções médicas arbitrárias. 3(1), Palavras–chave: Consentimento do Ofendido; Consentimento Presumido; Direito Penal; Intervenções Médico-Cirúrgicas.
Abstract
This study intends to delimit the forms how the offended’s consent must be manifested and in which cases this institute can be considered effective, so as its characteristics and peculiarities, in addition to analyze the hypotheses of application in medical-criminal law, especially in medical-surgical interventions. It is explained the necessity of having consent of the patient, though presumed, as regards the medical interventions which he or she will be submitted to, contrasting the opinion of part of the doctrine which affirm as being the exercise of the legal right of practice the medicine or the third party’s flagrant necessity. After using the bibliographic revision method, it is established that, in spite of the incipient doctrinaire development of the presumed consent in our country, that is a useful juridical-criminal figure for the medicine’s exercise, although of restrict appliance for two hypotheses: patient’s unconsciousness and medical urgency. The legal excuses, so, are not enough for turn the surgeon’s acts in licit; the offended’s (presumed) consent must be considered as well in order to avoid arbitrary medical interventions.
KEYWORDS: Offended’s Consent; Presumed Consent; Criminal Law; Medical-Surgical Interventions.
TODOS OS PAIS DO MUNDO DEVERIAM LER A ENTREVISTA DO PSIQUIATRA KNOBEL FREUD
http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/educacao/noticia/2016/11/joseph-knobel-freud-proponho-que-se-brinque-com-a-crianca-e-nao-que-ela-brinque-com-o-telefone-8337128.html
Está em ZH dominical
.Resumo: fale mais com seu filho, tire-o da frente do computador e da TV. Saia você também de perto da telinha. Brinque com seu filho.
Não lhe dê cacarecos de presentes: presenteie-o COM SEU TEMPO.
Está em ZH dominical
.Resumo: fale mais com seu filho, tire-o da frente do computador e da TV. Saia você também de perto da telinha. Brinque com seu filho.
Não lhe dê cacarecos de presentes: presenteie-o COM SEU TEMPO.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
SILVIO MEINCKE LANÇA LIVRO
A
V I T Ó R I A D E J O Ã O
P A R D O
Na fictícia localidade de Novo Horizonte,
o menino Amadeu cultiva carinhosa amizade com João Pardo, o líder dos pássaros.
Com apoio de Vô Alberto, os dois amigos conquistam a Rainha das Abelhas para a
causa que defendem: libertar as lavouras dos venenos.
A fábula dá início ao livro “A VITÓRIA DE JOÃO PARDO - na busca de
alternativas aos agrotóxicos”. O autor não quer apontar o dedo acusador às
pessoas que usam venenos em seus pomares, suas hortas e lavouras mas convida
todos, tanto agricultores quanto comerciantes, industrialistas e consumidores
para a busca de alternativas.
O Brasil consome um milhão de toneladas
de agrotóxicos todos os anos, e o veneno está em toda parte: no pão, nas
verduras, nos legumes, na cerveja e até mesmo no leite materno.
Além disso, destroi a
rica biodiversidade que nos cerca.
O texto é leve e de leitura agradável.
Depois da fábula que dá início ao livro,
podemos ler oito depoimentos breves de pessoas engajadas na preservação da biodiversidade,
três alemãs e cinco brasileiras. Na terceira parte, Meincke faz uma comparação
entre a produção de alimentos na agricultura familiar e a produção de
commodities nas grandes lavouras empresariais. Por fim, traz uma série de
informações curtas sobre o debate atual em torno do uso intenso de venenos.
Disse o filósofo austríaco Fritjof Capra:
“Se a humanidade quer sobreviver, ela deverá
passar por um processo
amplo de alfabetização ecológica”. O livro quer contribuir, ainda que
seja de forma modesta,
com esse processo.
O livro pode ser adquirido com os
revendedores da Editora Sinodal e pode ser encomendado pelo Correio: pedidos@editorasinodal.com.br
ou pelo telefone 051 3037 2366.
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