terça-feira, 8 de janeiro de 2013

REPETE-SE O MILAGRE. torneio de futebol juvenil numa cidade do interior do rgs




Meu amigo: está enfarado de filas, praias, estradas? quer algo diferente mesmo, mas sem perder o conforto?
Bandeie-se para Santiago. Tem vários Hotéis bons, a cidade é arejada e bonita, nada a ver com a idéia que fazes de algumas cidades da Metade Sul, caindo aos pedaços, sem pintura, a vida passando aos cacos.
Nada disso. É muito interessante até na sua arquitetura e na bonomia de seu povo.
Em Santiago vai ocorrer mais uma Copa Santiago. Tudo quanto é jogador de Seleção Brasileira tem que passar por lá enquanto guri. E você pode assistir sem filas e sem brigas. Lá até quando tem Grenal uns sentam ao lado dos outros.
É muito bom mesmo. É um programa diferente.
Churrasco melhor não tem, quer dizer, tem, mas é nas fazendas de Unistalda.
Durante a folga dos jogos você pode dar um pulo na vila de Ernesto Alves, uma jóia preservada à beira de um rio muito lindo.
Chega de mesmice.
Reserva um hotel e te manda. E depois, se fores solteiro, podes azarar as lindas garotas que circulam nos points.
Mas cuidado, os papais são loucos de brabos.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

MAIL DA SOCIALAITE RUTH LANTH D' SLUMBRATTA


Oimmmm, mi Rubiesito querido, como estás nêne? fenômeno?
Rudyzinho, não queiras saber como estou feliz. estou hospedada no Hotel Conrad, em Punta , com meu mais novo marido e este vai ser definitivo.
Ai, não imaginas minha tristeza ao caminhar pela calle Gorlero, espichar os  olhos, vejo o Nestor Hein, o Frederico Antunes, o Paulo Sérgio, o Gasparotto, os Gerdau, aquele cujo nome não lembro, mas é empresário de futebol, e não te vejo... Que tristeza, Rudyzinho, tu que deixavas esvoaçar tua vasta cabeleira pelas ramblas e hoje não participas de nada, todo mundo pergunta e eu só ouço essa triste sentença:
- o Ruyzão só pensa nos boizinhos dele e no escritório de advocacia. Nem em Viena não aparece mais.
Querido: meu novo e definitivo marido é um refugiado do Sudão do Sul, um país novo, eu sei que não conheces. O pai dele era chefe de uma tribo e prenderam ele. Os bancos foram obrigados a bloquear sua fortuna. Então eu o conheci numa vernissage no Rio de Janeiro. Rudyzinho: ele é um deus de ébano, ombros largos, barriga de tanquinho, os dentes são um colar de pérolas. ele aguarda ansiosamente a liberação da fortuna do pai dele. Então eu dei uma mão : vendi um dos meus apartamentos ali  na Barão de Santo`Ângelo por tres milhões de dólares e emprestei o dinheiro a ele. Ele me prometeu pagar juros de 17,87 por cento ao ano.  Que belo negócio, como ele é querido.
Amado, ele é um príncipe de ébano, mas está sempre cuidando de uma de suas escravas que ele trouxe junto, parece que era, apesar de só ter 18 anos, concubina do pai dele . Eu ouço ela às vezes soltando gritos no  quarto dela quando ele vai lá, mas ele faz bem em a castigar e ele volta de lá bem cansado e abatido, se arrastando em campo.
Então tá, pedi para minha secretária do lar , a Sissyellissy, bater a máquina para mim este mail no computador. Eu não entrei  nessa loucura de informática.
Besos mojaditos mi Rubyesito.
Continuas casado? se não, vem aqui para Punta, que quero te apresentar uma colega nossa dos tempos de faculdade.

domingo, 6 de janeiro de 2013

CARNE OVINA DA PEC.GESSINGER FAZENDO SUCESSO

DOOoMINGO, CHUVA, E “AQUELE” CHURRASCO!!!



Sou fã do Riander e de sua família. Ele tem um blog super acessado( blog unistaldense). Mandei-lhe um chibo. Olha  o  testemunho...... Pois é, quem semeia colhe. Obrigado, amigão.
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Domingo, uma chuva preciosa caindo nos pagos da “Unistalda Terra Buena”, nada melhor que reunido com a família, dar boas risadas, saboreando um delicioso churrasco. Mas não era um churrasco qualquer, carne ovina de primeira, “um borrego”, presente do Dr. Ruy e Dona Maristela Gessinger, proprietários da renomada Pecuária Gessinger, que é um orgulho para nós Unistaldenses.
Dr. Ruy, confesso ao Sr. Que a Liliane não comia carne ovina, mas resolveu provar e pronto, a partir de hoje, entrou pro cardápio preferido dela (risos), a Rayane nem se fala, apesar de ter apenas 3 aninhos já sabe o que é bom.
Mais uma vez nosso agradecimento, Dr. Ruy e Dona Maristela, pelo “saboroso presente”. Em tempo, nosso muito obrigado pela atenção do capataz da Pecuária Gessinger, Sr. Luiz César.

sábado, 5 de janeiro de 2013

EMOCIONANTE MAIL DO LENDÁRIO DR. SANDOR HOPPE


Nesta viagem em 1950, do teu avo Rudolf e de Da.Rosa, eu participei !!

Fui de compania para meu avo, Felix Hoppe , que participou dum grupo de catolicos, de Sta.Cruz, liderado por um padre cujo sobrenome me lembro, Hansen, para as comemorações do ano santo (1950) eu, alem de companheiro do vovo, fui coroinha

de todas as missas no navio e depois em Roma, ate missa numas das catacumbas...

Durante esse periodo convivi com teus avos, eu um pia ( completei 12 anos, nesta viagem, em Roma!!!) A viagem foi de navio, saindo, acho que do Rio de Janeiro, e pelo que me lembro seu nome era Marco Polo ??

 Conclusão: fiquei muito feliz de ver a fotos dos teus avos. Lembro ter uma foto do grupo antes de viajar, no Rio.

Vou procura-la e se achar te mando, a partir de 20 de janeiro. Estou em Xangrila, curtindo pouco sol, chuva etç.

abraços

Feliz 2013 extensivos aos teus familiares

abraços

Sandor

REMINISCÊNCIAS DE INFÂNCIA - CARTAS DE LEITORES


 

 

   Lembro-me das histórias que escutávamos atentamente a noite, deitados naqueles colchões de palha de milho, não tínhamos energia elétrica, apenas a luz de velas ou lampiões a querosene.

 

   Que tempo bonito, faltava quase tudo, não faltava alegria, como éramos felizes.

 

   Algum tempo depois uma amigo do meu pai nos emprestou um pequeno rádio de pilhas, que escutávamos através das ondas curtas, os programas da época, as novelas que nos remetia a imaginação das cenas retratadas, quantas lembranças, deve ser por isso que mesmo diante de tantas tecnologias modernas, não vivo sem rádio.

 

   O tempo fez nos esquecer da importância de registrar a história das nossa herança genética, de onde migraram, em que condições viveram, e hoje nossos descendentes sequer conhecem a história dos pais que dirá dos avós.

 

   Por esta razão eu acho oportuno mapear este legado dos antepassados, guardar informações, objetos, fotos, e redigir fatos que possam se perder na memória e no tempo.

 

   Sempre tive interesse no acesso a história de Santa Cruz, embora não tenha uma raça bem definida, sou uma mistura do tipo cachorro vira lata de rua, meus avós paternos ( avó nascida na Suécia e o avô descendente de Portugueses ); materna ( avó descendente de Espanhóis e o avô de Alemães). Só podia dar no que deu  ,,,,   hehehe  !!!

 

   Achava graça quando me perguntavam : tu és de origem ?? ou pelo duro ?? 

   Hoje já não se utiliza estes termos, mas no passado, esta pergunta se traduzida seria mais ou menos o seguinte: tu és de raça ou não ??

   Sempre respondi que era de origem ,,,,,  indefinida ,,,,, é claro ,,,,,  hehehe !!!

 

   Nasci com os olhos azuis o que que eu posso fazer,  também tirava sarro de todo mundo, quando perguntavam alguma opinião sobre qualquer assunto de trabalho, sempre iniciava a resposta dizendo "nós os alemães" costumamos buscar a perfeição em tudo, somos detalhistas ,,,e a turma descontaria.

 

   Exitem poucas obras publicadas com maior abrangência, uma publicação de doutorado do prof .Jorge Cunha - Unisc publicado somente em língua alemã, considerado o mais completo, confesso que não li por que faltei algumas aulas de alemão, preferi jogar bola no campinho; algumas fontes de pesquisas universitárias  permitem resgatar alguns fragmentos da história, como a economia do município com dados sobre as famílias, lembro-me de ter lido um trabalho de mestrado em história ou economia se não me engano UFRGS que falava sobre a burguesia de Santa Cruz, neste trabalho consta dados importantes sobre a origem das principais empresas, industrias e comércio, e famílias que forjaram o desenvolvimento local, vale a pena ler, vou tentar resgatar pelo google.

 

   Existe também um farto material micro filmado na Unisc , prof. Olgário Vogt, com todos os registros de nascimento e óbitos do município eram obrigatoriamente realizado pelas igrejas, no tempo da monarquia ( imigrações ) e mesmo depois na república, onde existe como rastrear sobrenomes, ancestrais, origens, etc.etc.

 

   Enfim, parabenizá-los pelas narrativas !!  

 

   Abraços.

   Élvio LOUREIRO.
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Oi, mano, adorei!
       Meu vovô Rudof me levava naquele lindo cadilac para as reuniões
no banco ( ele foi um dos fundadores do banco que hj seria o UNIBANCO,
tenho um livro do centenário deste banco em que aparece o vovô com o
tio Nikolau Kliemann e outros fundadores...) Eu me sentia muito importan-
te, protegida. Nunca vou esquecer quando aquele acidente terrível tirou 
meu ídolo.
 
Lia Gessinger Paul
 

   

A ESTÉTICA DO FRESQUINHO

Está imperdível o caderno de Cultura de hoje em ZH. Gostei demais do artigo A ESTÉTICA DO CALOR,  de Ismael Canepelle.
No contraponto da estética do frio, da qual já fui partidário, por achar que reflexão, seriedade, filosofia,   trabalho, ordem, só tem lugar no FRIO.
Nem com os mil splits que  mandei instalar lá  na estância, consigo resistir ao calor aplastante do Pampa gaúcho. O zumbido das cigarras me faz sentir mais calor ainda, o que se agrava bastante com o ciciar das cascavelas e o sibilar das cruzeiras, sempre prontas estas a picar as vaquinhas. Nem as moléculas se mexem. Aureliano, tão incensado e tão pouco lido, narrou tudo isso  nas Memórias do Coronel Falcão. Ninguém como ele descreveu as ressolanas que fazem as tardes parecerem  eternas.
Mas agora fiquei adepto da estética do fresquinho.
A estética do fresquinho é o cara ter uma casa a no máximo 50 metros da praia em Xangri La. Não pode ser em Capão, nem em Remanso. nem nas ilhas Seychelles, talvez possa ser em Tôrres. Sempre tem um ventinho, o que os brochonildos que só gostam de sol, chamam de nordestão. É esse bendito vento nordeste que nos deixa dormir com um edredonzinho à noite e sestear de janelas abertas.
- ´, mas nesse mar não dá pra tomar banho....me redargui um amigo
- sai dessa, otário, - replico eu -  praia é só para caminhar, ou  tu queres te afogar e levar um boca a boca de um salva-vidas?

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

AINDA MEMÓRIAS DE INFÂNCIA


Nossa. Não aquilatava como o pessoal gosta dessas reminiscências. centenas de mails comovidos.
Então, vamos com mais.
Se você não leu minha post anterior, é melhor lê-la e depois esta aqui. Ok? beijinhos.
A primeira foto é do meu pai, quando namorado da mãe ; a 2a. eu e Lia com meu vô Rudolf; a 3a. meus avós Rudolf e Rosa; e a última, meus lindos pais no dia do casamento civil.
........................
A casa da minha avó materna Bertha ficava um km antes da do vô Rudolf.
Era abissal a diferença econômica entre as duas famílias, os Gessinger e os Etges. Na casa dos Gessinger havia piano, violinos, acordeons, o vô Rudolf  viajou à Europa em 1950, tinha automóvel novo, mandou puxar telefone por conta própria, tinha poder e pila.
Na vó Bertha tinha cheiro de pão, cachorros, gatos, vacas, muito carinho, mas não tinha luz nem conforto.
Na hora de visitar os avós, meu pai parava sua Dodge na frente da casa da mãe da mãe. Desciam minha mãe e minhas irmãs Lia e Cleonice. Seguia eu com meu pai.
A verdade é que minha mãe nunca quis me contar a ronha. Mas calculo que  os Gessinger não aprovaram muito o casamento.
"Deixêmo" assim, está tudo prescrito.
Os filhos do meu vô Rudolf, em sua maioria, formaram-se em Universidades. Tio Humberto Gessinger, tio Afonso, padre Jesuíta, tio Guido, eng. agrônomo, tia Hildegard ,Letras, tia Brunhilde, professora de piano.
Do outro lado, pessoal mais simples.
Eu, apesar de piá, não errrei nessa.
Aproveitei o que de melhor tinha cada ramo da minha família. Gostava de todos e aprendia.
Os Gessinger eram mais do trago do que os Etges.
certo dia meu pai se passou na bebida e incomodou minha vó Rosa. Ela era da família Klafke, louca de braba. Ficou com os olhos vermelhos e deu uma tunda de toalha molhada no meu pai.
E eu só observando.
Então era assim: gostei de ser colono e gostei de ser comerciante; gostei da simplicidade e gostei do luxo; gostei da espontaneidade e do empirismo, mas também tomei gosto pelo erudito.
E acho que aprendi uma coisa: cada  casamento é um choque de costumes e hábitos. O cara inteligente tem que pegar o que de melhor tem cada ramo e estamos conversados.
Prossigo amanhã.
Isso, se não mudar de idéia.

MINHAS FÉRIAS DE INFÂNCIA


Vamos combinar , antes de mais nada, uma apresentação.
Sou um ser totalmente anormal.
Fui parido em casa, na Linha Arlindo, onde meu pai tinha uma casa comercial. Uma parteira ajudou minha mãe, que nem de cama ficou. Parto normal, sem talho na barriga.
Mamei até os 9 meses quando nasceu minha irmã  Lia. A partir daí tomei leite de vaca e passei a me alimentar de linguiça crua de porco, torresmo e pão.
Não tenho nenhuma tatuagem, nunca usei tóxico, tomei muita cerveja na minha juventude e agradeço por tantas meninas que me trataram bem.
Voltando.
Aos meus  7 anos de idade, por aí, meu pai se mudou para a cidade de Santa Cruz, onde abriu uma " venda" perto da fábrica de cigarros Sudan.Um belo dia um cara encheu o saco dele para lhe vender um bilhete da loteria federal. Para se ver livre do chato, meu pai comprou o bilhete inteiro e o jogou debaixo de uma balança Filizola, dessas de balcão.
Dia seguinte retornou o chatonildo dizendo que meu pai  tirara a " sorte grande". e dê-lhe procurar o maldito bilhete até que minha mãe o encontrou.
Pronto, meu pai comprou um armazém na Tomás Flores, a casa ao lado , um caminhão Chevrolet e duas caminhonetes novas , uma dodge e uma fargo.  Emprestou uns pilas para alguns, que nunca devolveram.
Meus avós paternos Rudolf e Rosa moravam em Boa Vista, 17 kms longe da cidade, e lá tinham uma casa comercial que era também entreposto de fumo, venenos, sementes, salão de baile.
Minha avó Bertha Etges era viúva, morava com um filho, tio Lino, eram colonos, a casa não tinha luz.
Nas férias meu pai levava  Lia e eu para a casa do vô Rudolf. Mudava nossa dieta, era muito leite, queijo, essas coisas que criança não gosta.  Eu apreciava mais a casa do tio Lino . Lá  havia um açude onde pescávamos. ele tinha uma baita arma de dois canos com a qual caçávamos lebres e jacus.  Também tinha uma carroça puxada por bois, com a qual íamos buscar pasto para as vacas.
Meu vô  Rudolf e sua casa tinham um cheiro um cheiro diferente dos da vó Bertha.
Mas eu gostava mesmo era da minha casa e do meu quartinho em Santa Cruz.
Por essa razão prosaica vivia fugindo , ou de carona com o caminhão do leite, ou ia a pé mesmo. Levava 4 horas para fazer a pé essas três léguas. No caminho ia parando e tomando ou comendo alguma coisa na casa dos colonos.
Mas para as famílias essa minha rebeldia e independência era um horror, pois viviam todos em sobressalto.
Até que meu pai  me fez trabalhar com ele no armazém.
Foi ali que  aprendi muito com as manhas e artimanhas do comércio.Principalmente seus buracos  negros.
E ali se explica porque até agora nunca tomei um tufo na minha vida comercial.
Isso é outro papo, para outra hora.
Agora tenho que preparar as costeletas de cordeiro, ou seja, costeletas de Agnus Unistaldensis para um amigo que veio da Alemanha me visistar aqui na praia, na excelsa e pacífica Xangri.
Amanhã acho que retornam as hordas de espaçosos. Enquanto isso, "  carpemus diem".

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

COLUNISTA DE O SUL COMENTA MINHA POST SOBRE A BARBÁRIE DOS FOGOS

Adroaldo Streck mantém apreciada coluna em O SUL, jornal diário da rede Pampa.
Também ele, que tem casa no Remanso, sofreu com esse ato de boçalidade que  é soltar rojões e foguetes.
Há pouco, falando com a professora Lissi Bender, da Unisc, ela me relatava sua experiência de  anos de  contato com a Alemanha. onde estudou.
relata que o sujeito para soltar fogos lá tem que percorrer uma via crucis: pagar uma taxa, encaminhar um requerimento às autoridades dizendo: motivo da celebração, horário, local, etc.
Geralmente as autoridades indeferem esses pedidos. Basta um leve indício de que vá  incomodar os outros.
Aqui os babacas acham bem lindo.
Coisas de terceiro mundo, fazer o quê...
Quanto mais burro é um povo, mais ruidoso ele é; quanto mais ignorante é um povo mais percussão ´precisa sua música...
Basta ver o pagode que só tem tambor e gritaria.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

VIVAAA! SOU O MAIS NOVO ASSOCIADO DA SABA

Há anos que vinha com a intenção de associar minha família à Sociedade de Amigos do Balneário de Atlântida.
Salão de festas, piscinas, escolinhas, funcionam no " centrinho" de Atlântida, a Beira Mar .
A Sede Campestre, famosa por sediar o Planeta atlântida, também tem um salão de festas, três quadras de tênis de saibro  cobertas e dois campos de futebol sete, além de  espaços ajardinados.
Como passo quase todos os fins de semana na minha casa de praia, que tem de tudo , tanto para o caso de calor, como para de frio, sol ou  chuva, precisava me garantir com quadras cobertas de tênis.
Agora não falta nada, ainda mais que Maristela retornou ao tênis, depois de curar uma lesão no ombro e o Rudolf também retornou .
Continuo sócio do Recanto, só que este não tem quadras cobertas e as que tem são de piso rápido.
De outro lado o Rudolf pode reunir sua galera e jogar seu futi num lugar aprazível e seguro.
Agora sim, estou acertando a mão.
Com o novo prefeito eleito, então, vai ser o máximo passar grande parte do tempo em Xangri La.

LOEFFLER APAIXONADO POR MARCO PEIXOTO

Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Marco Peixoto Conselheiro do TCE e nosso veranista

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Faz pouco encontrei no Mercado Avenida o Conselheiro do Tribunal de Contas de nosso estado, Marco Peixoto. Acompanhei sua carreira política, especialmente quando Deputado Estadual eleito pela ARENA e não me venham dizer que é outro o nome da sigla. Ele então ainda muito jovem e sempre elegantemente vestido era digamos assim o porta voz de seu partido, pois sempre ponderado e bem falante.
O tempo passou e depois de algumas dúzias de anos as geadas tiraram a cor de seus cabelos. O conheci pessoalmente durante a última ExpoInter na Casa dos Criadores de Ile de France da qual sua prima, Maristela Genro Gessinger, esposa do Ruy é Presidente.O Ruy nos apresentou.
Conversamos no mercado por alguns minutos e perguntou-me como veranista que é de nossa cidade assim como se eu conhecia o novo Prefeito. Disse a ele que o Prefeito hoje empossado é um servidor público já aposentado e que tem um belo patrimônio, tendo assim tudo para fazer uma boa administração, pois experiente e limpo. Minha resposta deixou-o mais entusiasmado por não compreender como a cidade com tamanha arrecadação está no estado em que os veranistas como ele a encontram. Como não sei mentir disse a ele de forma clara e objetiva que vivemos um inferno nos oito anos em que o MENTIROSO se manteve no Poder, mas que deposito muita esperança no Prefeito hoje empossado embora vá continuar cobrando da nova administração, pois essa a função dos meios de comunicação, isto quando honestos.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

PECUÁRIA GESSINGER PREPARANDO NOVOS INVESTIMENTOS



Negócios são como uma bicicleta. Se parar, ela cai e a gente pode machucar o nariz.
Em poucos dias, dependendo da evolução das coisas, vamos dar mais dois passos importantes para a consolidação de nossa posição na região.
Uma, é aportando uma nova tecnologia, que não tem como ser protelada. Sobre isso darei notícias mais tarde.
Outra, é uma "  joint venture" com um investidor que está se retirando da administração direta de seus negócios.
Estamos determinados a só produzir qualidade, só animais de ponta. Também achamos que nossos preços têm que ser módicos e acessíveis, para a democratização da genética, sempre respeitando nossos concorrentes.
Também achamos que na ovinocultura vamos ficar focados na genética, diminuindo um pouco o rebanho geral de ovinos.
Em contrapartida vamos apostar forte na bovinocultura de corte, facilitando a compra de nossos reprodutores pelos pequenos e médios produtores, com crédito direto, de bom prazo. Como sabemos, o pequeno e o médio são excelente pagadores.
No cavalo crioulo estamos avançando cautelosamente, mas um dia chegamos lá.

OS DEUSES DOS ANIMAIS ENXOTARAM OS RUIDOSOS




Agora, mais do que nunca, acredito no poder Dele.
Retorço-me de tanta alegria e júbilo.
Após o convés de navio pirata em que se transformou a outrora pacífica e bucólica Xangri La, dos casais caminhando na praia, dos  namorados passeando, das crianças e seus baldinhos, dos pássaros à beira mar, das bicis dos adolescentes, até o Deus do trovão entrou em ação.
O dia amanheceu plúmbeo e ventoso.
Uma chuva mansinha, acompanhada de uma brisa quase gélida, convidou para um cafezinho quente, com um moleton velho e amigo e
afugentou os vendilhões do templo, aquela minoria mas bagaceira patuléia de ímpios adoradores do barulho e dos satânicos fogos de artifício.
Foram-se embora, thanks God.
Estão, em sua maioria, junto com Lúcifer, naquele outro inferno em que se transformou a free way.
São como  as mariposas, que não podem viver longe da luz; é um mosquedo que não pode viver sem drogas e sem álcool.
Já vão tarde!
( dedico essa crônica a todos nossos irmãos animais, que têm tanto direito a viverem no Planeta Terra como nós os humanos, que chegamos bem depois)

MAIS UM FIM


Mais um fim


Por Juliana Marcondes Vianna

Mais um fim de ano.

Todos são iguais, mas todos diferentes. Cada ano a mais são mais ideias, sonhos e projetos pela frente. São mais experiências com o que a vida já ensinou até o ano que passou, que ficou.

É mais um fim, mais uma oportunidade, desejos de mais saúde, mais sucesso. Mais, mais, mais. É o que sempre queremos.

Para este ano, entretanto, eu desejo menos.

Menos preocupações com o que menos importa, menos medo de ser feliz, menos receio de seguir em frente, menos anseios, menos vaidade, menos egoísmo. É o menos para o mais. Muito mais.

Feliz mais, feliz menos. Feliz ano novo!

PASSAR O ANO NOVO EM CIDADE, QUALQUER UMA DO BRASIL, NUNCA MAIS

CONFIRMA-SE A MINHA TESE.
Quando um colorado solta um foguete após sua vitória, não é para manifestar sua alegria. É para matar , virtualmente, o gremista. E o reverso também é verdadeiro.
Quando um idiota solta um foguete, mesmo à luz do dia, o que ele faz é a antimúsica, o antisilêncio, quebra a harmonia e a paz.
Na verdade ele quer que os outros se incomodem e isso lhe dá prazer. Assim como o torturador que tem prazer em  ferir sua vítima indefesa.
Quando o imbecil põe som alto ela realiza seu sonho de ser um Hitler.Ele impõe sua infelicidade aos demais.
Não há cidade no Brasil em que não seja assim.
É um alarido só.
Meu último refúgio será a estância, onde estão bons amigos meus que, ao contrário da gente da cidade, falam baixo e nem com os animais gritam.
Ou farei como meu filho Rafael Koerig Gessinger. Que passa as " festas" no Hemisfério Norte, onde o frio e a neve obrigam as pessoas a serem gente.
Como dizia o filósofo: MORRENDO E APRENDENDO.....