segunda-feira, 30 de julho de 2018

VOU REVER MEU UFANISMO REGIONAL

Todos que me leem sabem da minha aversão a restaurantes com TV ligada ou música em alto volume. E não sei por que é comum o restaurante ,já estando com meia lotação, se transformar num estádio , com pessoas falando alto ou gargalhando. Pois em Maceió, na praia de Jatiúca, inventei de ir a um restaurante pertinho do resort. Estava quase lotado.
Surpresa: nada de TV, som alto, gritarias. Os presentes falando baixinho e um piano de cauda ,com  um músico bem talentoso, tocando músicas suaves. Sim, piano de cauda numa cidade do Nordeste e o pessoal ouvindo e aplaudindo no final de cada música. Não no meio. Detalhe: os frequentadores eram brasileiros. Mais um: não ouvi ninguém gritando ao celular.





sábado, 28 de julho de 2018

UMA VOLTEADA POR MACEIÓ

 O aeroporto de Maceió é super longe das praias.Situa-se numa região muito humilde.
As praias perto do centro, nem pensar. São até bonitas , mas poluídas .Diferente é a praia de Jatiúca, na parte que confronta com o Resort Jatiuca. Ali são outros quinhentos. Praia limpa, ajardinada, calçadões, policiamento, mar limpo e azul.
De agora em diante decidi dar sempre uma fugida do inverno indo para o Nordeste. Mas só em resorts de frente para o mar. O que acontece: se te hospedas num hotel, vais ter que lidar com barulheira, som alto, buzinas, vendedores etc. No resort tu entras, tens o conforto de guarda-sóis que o hotel fornece, serviços de bar na própria praia, toalhas,  etc. Dentro dele tem piscinas, lagos, quadras esportivas, restaurantes. Não precisas sair. Fica só lá dentro. E há regras rígidas. Exemplos:não podes ligar teu som de jeito nenhum; só entra quem tem a pulseira com chip, a qual serve para abrir a porta do teu apartamento e com a qual tu comes e bebes lá dentro mesmo.
Não é barato, mas o que é bom vale a pena...
Esqueci de dizer: os funcionários são gentilíssimos e a comida é supimpa.












terça-feira, 17 de julho de 2018

USA X BRASIL - DIFERENÇAS - POR TITO GUARNIERE


TITO GUARNIERE

AMÉRICA

Mais ou menos a cada dois anos viajo aos Estados Unidos. Anotei algumas diferenças entre cá e lá.

Na América, idosos não gozam de privilégios e vantagens, comuns por aqui. Por exemplo, eles não dispõem de vagas especiais nos estacionamentos e não gozam de preferência em filas de banco, supermercado, ou embarque aéreo. Então os idosos são melhor tratados no Brasil? Em termos.

Lá, o conceito de preferência não está na idade, mas na dificuldade de locomoção, por doença ou invalidez. Os EUA tratam de forma igual um idoso de 80 anos, se ele estiver saudável, se pode se deslocar sem auxílio, se pode ir no supermercado ou viajar de avião. É assim que os americanos enxergam os seus velhos. E é assim que eles próprios se enxergam: por que eu, idoso, devo merecer favor, se estou íntegro e saudável?

Os velhos também não se beneficiam de passagem grátis no transporte público – ônibus, metrô. O raciocínio, no caso, é simples: se o serviço é gratuito para alguém, outro vai pagar no lugar dele. Os americanos detestam essa “transferência”.

Na América, em muitos estados, os carros só têm placas traseiras. As placas têm o mesmo tamanho, mas o desenho, os códigos, a combinação de números e letras é da vontade e concepção de cada estado, e a rigor, do dono do carro. A placa é ligada ao dono, não ao carro. O dono pode vender o carro e ficar com a placa. Em estados como a Flórida, há uma placa comum, com a laranja de símbolo, mas com $ 50 dólares você pode “desenhar” a sua entre dezenas de modelos. Os $ 50 dólares adicionais da placa são destinados a iniciativas meritórias, como campanhas de saúde e programas ambientais.

Nas cidades americanas, não há hipótese de você ver aquela penca de motoqueiros costurando, fazendo evoluções perigosas no meio dos carros. Nos EUA de 320 milhões de habitantes, existem nove milhões de motos. No Brasil de 200 milhões de pessoas, são 22 milhões de motos. Em muitos estados o uso do capacete não é obrigatório. É arriscado? Certamente. Mas cada um que cuide de si e corra seus próprios riscos. Nada parecido com o Brasil, onde o Estado “protege” o cidadão dos perigos reais e supostos, a partir do conceito de que ele – o cidadão – é meio tanso e não sabe cuidar de si.

Todos os postos de gasolina são “self-service”. Não há frentistas. É uma operação simples em que o condutor abastece o carro e opera o seu próprio cartão de crédito junto à bomba. Entrei num posto de gasolina com oito ilhas de bombas, com seis bombas em cada uma. Atrás, um único funcionário dava conta de atender o caixa e a loja de conveniência, em horário de expediente. Certamente essa é uma das razões pela qual o litro de gasolina custa R$ 2,50 reais na América, enquanto aqui custa em torno de R$ 4,90 reais.

Os ônibus urbanos não têm cobradores há mais de 25 anos. O motorista sozinho faz o troco no caso de pagamento em dinheiro, dirige o ônibus, orienta os passageiros e instala ele mesmo o andaime que facilita o embarque ou desembarque de pessoas portadoras de deficiência.

Essas práticas ainda não chegaram por aqui. Mas deve ser porque nós somos mais inteligentes do que os americanos.

sábado, 14 de julho de 2018

SOBRE ÉTICA.INCLUSIVE NOS ESPORTES

Na infância eu ouvi a seguinte historinha: numa aldeia isolada havia um menino muito travesso. Volta e meia ele ia para perto do mato e começava a gritar por socorro pois um lobo o estava rondando.Os aldeões acorriam com foices , armas de fogo  e o guri dando risada. E assim o menino ia fazendo suas traquinagens. Até que um dia um lobo o perseguiu, o guri gritou, ninguém acreditou e o piá foi para o céu mais cedo.
Antes que as patrulhas me censurem gostaria de dizer que nas literaturas de muitos povos há esses contos trágicos.
Na Copa da Rússia deu para se ver de que material ético são moldados alguns jogadores. Alguns dando exemplos de cortesia, fairplay, educação.Outros, infelizmente, forjando situações, exagerando visivelmente nas supostas dores. Os árbitros, então,  como é lógico, mesmo quando a falta era grave contra um desses “malandrinhos”, deixavam a jogada correr. A indagação de  muitos era esta: de que lar vem um elemento desse?
Aí comparo o tênis com o futebol.Já vi muitos casos em que aquele que não consegue mais jogar futebol migra para o tênis. Alguns, muito raros, trazem junto a “ cultura da esperteza”, dando como fora a bola boa na sua quadra e o pior: querendo marcar, na quadra do oponente , como boa uma bola fora.
Certa feita eu combinara um jogo numa das quadras do Tênis Club de Santiago. Enquanto meu parceiro não vinha, sentei-me na arquibancada observando um jogo que se desenrolava. Chegou o filho adolescente de um amigo meu que se sentou do meu lado, esperando pelo professor que daria aula na outra quadra. Lá pelas tantas um dos tenistas que estavam jogando deu como fora uma bola na sua quadra, quando visivelmente fora boa. O guri comentou que o adversário não reclamara e seguiu o jogo. Falei ao adolescente que é da ética do tênis a gente, na dúvida, dar como boa uma bola duvidosa.Na dúvida, decidir contra si. E deixar o oponente marcar na sua.” Ah! Pára  tio! Na dúvida eu daria “fora a bola na minha quadra.”  Perguntei ao piá se ele tinha internet em casa. Ante a resposta positiva pedi-lhe que acessasse o Google e digitasse “ Código de ética no Tênis”.

Pois o guri fez isso e, quando me reencontrou, veio todo faceiro. Disse que imprimira cópias das regras e espalhara entre seus colegas. Indagou se eu fizera o mesmo com meus parceiros. Respondi que nunca tinha precisado. “ Mas tio, o que faço se um colega não segue essas regras?” Pensei um pouco e respondi: “ fica frio, mas não faz negócios com ele…”

quarta-feira, 11 de julho de 2018

ARTIGO DO DR. ASTOR WARTCHOW


Funcionário do mês

Com mais de vinte anos de serviços prestados ao Partido dos Trabalhadores e seus líderes, o desembargador gaucho Rogério Favreto participou de uma amadorística manobra processual, que prejudicou o preso em questão e manchou ainda mais o poder judiciário.
A desastrosa manobra restou evidente e comprometida judicialmente. Assim não fosse, o desembargador teria argüido de imediato seu impedimento e/ou suspeição pessoal no exame do respectivo pedido.
 Há vários casos e hipóteses de impedimento e suspeição legalmente previstos. Mas a natureza das relações humanas é abundante e os exemplos excedem as previsões legais.
E o que distingue as duas situações? No impedimento há presunção absoluta de parcialidade do juiz. Na suspeição há presunção relativa. Dito de outro modo, os casos de impedimento são objetivos e notórios, por isto absolutos. Já os casos de suspeição tem como motivação razões subjetivas, por isto a presunção relativa.
Nos dois casos, ao admitir uma ou outra hipótese, em dever ético, o juiz está assegurando o principio da imparcialidade. Pode haver dúvidas quanto a capacidade técnica de um juiz, mas não pode haver dúvidas quanto a sua isenção, autoridade e independência.
Exemplos de situações em que o juiz deve se dar por suspeito relativo, por motivo íntimo, sem necessidade e obrigação de expor suas razoes: ser amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de seus advogados; receber presentes de pessoas que tiverem interesse na causa antes ou depois de iniciado o processo; quando qualquer das partes for sua credora ou devedora, interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes.
Outro aspecto. Atenção para esta hipótese legal - impedimento ou suspeição provocados: “É vedada a criação de fato superveniente a fim de caracterizar impedimento do juiz”. É uma prática corrente nos tribunais, um abuso de direito processual que tem como objetivo burlar a garantia do juiz natural.
Caso prático: como o juiz Moro se manifestou e reagiu à atitude do desembargador Favreto, de modo indevido na opinião de alguns juristas, Moro (juiz natural do processo) pode ter caído numa armadilha processual.
Ou seja, admitida a hipótese de ação indevida de Moro, é possível que seja argüido o seu impedimento nas demais ações contra Lula, a exemplo do próximo caso, “o sitio de Atibaia”. Mas, como vimos, a legislação já havia previsto a hipótese de manipulação. O juízo natural de Moro não corre riscos!
Efeito colateral da lambança: Bolsonaro foi o “vitorioso” do fim de semana.  Quanto mais os trapalhões agem e cometem desmandos e tropelias formais e informais, mais cresce a indignação conservadora!  

segunda-feira, 9 de julho de 2018

GALPÃO DO NATIVISMO SAI DO AR, DOROTEO PRE CANDIDATO

A Rádio Gaúcha deixou de apresentar o programa que ia das 6,00 às 9,00 aos domingos. Doroteo Fagundes herdou o lugar, depois que Nico Fagundes sofreu o AVC.
Falei com Doroteo, que confirmou que vai de pré- candidato a deputado estadual pelo PRB.
No último  domingo houve um programa gravado, Gaúcha Hoje, pelo estressado sr. Macedo, com intervenções sem graça.
Eu tive um programa ao vivo na Pampa aos domingos de manhã. Lia as manchetes dos jornais e dos sites, dava previsão do tempo, hora certa ,entrevistas rápidas ( em que o entrevistado era entrevistado), cortinas musicais. Eu reinava nas classes AB . Podem perguntar ao Paulo Sérgio.
Hoje sinto falta de informação domingos das 5 às 8 da manhã. Eu fora, só quero ouvir.
Espero que venha um programa a  la " Bom dia segunda feira", do inefável Cláudio Brito.
Ou do em que participa a Rosane de Oliveira.

sábado, 7 de julho de 2018

PITACO DA COPA 4

Vamos combinar. Bélgica jogou muito, mas muito melhor. Pronto. 
Tenho vários amigos, tanto brasileiros como estrangeiros no Exterior. Comunico-me com eles por watts.
Para eles e para mim pegaram mal:

AS EXACERBAÇÕES E/OU SIMULAÇÕES  de alguns atletas nossos quando das faltas.Isso é malandragem das mais asquerosas e reforça a péssima imagem do país com seu famoso " jeitinho".

A ABSURDA TEIMOSIA EM NÃO OBEDECER AO TEMPO DO HINO NACIONAL.
Ora, a competição é organizada pela FIFA. Esta estipulou um prazo de minutos para a execução dos hinos. O Brasil é apenas um integrante da competição. A regra era para todos. O hino da Argentina é super longo, tanto que nem toda a introdução é executada, limitando-se a torcida em acompanhar " bocca chiusa", sem reclamar. Sim, os argentinos não seguiram cantando quando a orquestra parou.
Os brasileiros, num falso patriotismo,  seguiram, pisando em cima de um protocolo que deveria valer para todos.
Vergonha.

domingo, 1 de julho de 2018

DÁ-LHE MEU GAROTO !

A prova da OAB é difícil, muita gente não consegue passar. Faz parte.
Meu filho Rudolf, estagiário no nosso escritório, vai se formar este ano em Direito na PUC.
Acaba de, antes de formado, ser aprovado no exame da OAB, última fase.
Valeu, colega Rudolf!!










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quarta-feira, 27 de junho de 2018

PITACOS DA COPA 3

A sorte também ajudou ao Brasil. Houve três  momentos em que a Sérvia poderia ter marcado. A seleção brasileira, no entanto, mostrou força e talento.
Como disse um jornalista estrangeiro, parecia  um clube jogando.
Como eu sempre preconizei, futebol é jogar atacando. Quando o Brasil viu que não era negócio atacar mais, trocou passes, mas na cancha do adversário.
Gostei da atuação de alguns jogadores que, num momento de aprêmio, saiam jogando, não dando balões.
Não gostei do exibicionismo de alguns matando a bola de pé trocado ou sapateando como bailarina de cabaré.
México é um time imprevisível, mas é incomodativo e agudo.
Meus amigos da Alemanha, sempre apaixonados pelas firulas, babaram na atuação do Brasil.
Eu gostei.
Mas ainda acho que a melhor defesa é o ataque,
Coordenado, concatenado, responsável.
Mas, clareou, TRUVISCA em gol!!!
Bronca grande vão ser Inglaterra e Bélgica.

FUTEBOL PARA OS LADOS: EU NÃO DISSE?

Gente, quem vos fala é um zagueiro que , com o glorioso Tramontina, formou em Santiago uma dupla que sabia jogar. Isso no século passado. Naquela época o futebol era com a cabeça levantada e quem desarmava largava logo para quem sabia driblar e avançar.
Eis o que escrevi ontem no meu blog:
" Acho que essa Copa marca a morte do futebol com toques eternos para os lados."
Não há mais ninguém bobo. Rezo para que o Brasil jogue para frente e, quando clarear, truvisque em gol.
Um amigo da Alemanha me perguntou: o que houve que demos esse vexame? respondi:
- es gibt nicht mehr Sieg vor dem Spiel!
( Não há mais vitória antes do jogo)

segunda-feira, 25 de junho de 2018

PITACOS SOBRE A COPA II

Vou dizer duas coisas que me encantaram na Copa.
1- As criancinhas que acompanham os jogadores
2- Os times da Colômbia e do Uruguay
As criancinhas são lindas, bem arrumadas, cabelos muito bem cortados, bem comportadas, disciplinadas.
Reparem no seu ar de devoção ante os jogadores. Elas, como se os jogadores fossem de sua propriedade , os guiam até o campo. As meninas são as mais vivazes, arriscam um olhinho para os lados, são decididas na hora da retirada.Crianças bem cuidadas.
A Colômbia até aqui mostrou um futebol alegre e vistoso. Arte pura. Até pode se esmaecer ali mais adiante. Jogam com alegria e pra frente. Não como os Vikings, que iam  de machadinha na mão pra frente.
O Uruguay é meu segundo país. Que gente corajosa e intimorata. Não se " achicam " nunca. Se continuarem assim, vão incomodar.
Acho que essa Copa marca a morte do futebol com toques eternos para os lados.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

CURTO MUITO FICAR SOZINHO

Claro que procuro ser sociável, mas nunca escondi que preciso de minhas horas para ler, meditar, refletir. E, realmente, nunca fui espaçoso, gritalhão ou integrante de multidões e ajuntamentos. Respeito quem pensa diferente, é claro. Mas nunca entendi alguns conhecidos que amaldiçoam os domingos por não poderem se reunir com a patota, sendo obrigados ao " suplício" de terem que ficar com a esposa e os filhos e, o pior, em casa. 
Vejam só o texto que recebi:


 TRAÇOS DE PERSONALIDADE INCRÍVEIS EM QUEM GOSTA DE FICAR SOZINHO.

Ao falar de pessoas que gostam de ficar sozinhas, focaremos naquelas que se sentem mais confortáveis fazendo atividades tranquilas do que em meio a muvucas e grandes aglomerados de pessoas. São indivíduos que geralmente têm também as características de personalidade listadas abaixo:
1 – SÃO PESSOAS LEAIS
Por não terem um grande círculo social, valorizam muito as pessoas que consideram importantes em suas vidas. São indivíduos que confiam em seus amigos e que são leais a eles.
2 – TÊM MENTES ABERTAS A NOVAS IDEIAS
Pessoas que gostam de ficar mais tempo sozinhas não são fechadas em termos de ouvir novas ideias e propostas. Não significa, por exemplo, que elas deixam de aproveitar a vida, de viajar, de estudar coisas novas, de desbravar lugares diferentes – muito pelo contrário!
3 – TÊM MENTES BEM ESTRUTURADAS
Passar mais tempo sem a companhia de outras pessoas é algo que nos permite analisar melhor nossas próprias atitudes, problemas e pensamentos. Pessoas que gostam de ficar sozinhas têm um bom senso a respeito de si mesmas e geralmente descarregam seus momentos de estresse de forma mais inteligente, por meio da autoanálise.
4 – ELAS GOSTAM DE SEUS PENSAMENTOS
Tem algumas pessoas que não suportam a ideia de fiarem sozinhas com seus pensamentos, mas quem gosta desses momentos de solidão não tem esse problema e costuma aproveitar os momentos de silêncio para avaliar seus próprios pensamentos.
5 – SÃO PESSOAS QUE ENTENDEM O VALOR DO TEMPO
Quem gosta de ficar sozinho compreende que esse tempo é importante para cada um e, por isso, não julgam os outros, quando querem ficar sós também. São compreensivos, portanto, e entendem que um tempo em privado para pensar, analisar alguma situação ou simplesmente recarregar as energias é mais do que normal.
6 – TÊM LIMITES FORTES
Esse tempo que passam sozinhas faz com que essas pessoas pensem sobre o que as motiva, o que funciona com elas e como elas devem se comunicar. Têm sempre um jeito claro e saudável de dizer o que sentem e costumam não ofender outros indivíduos facilmente.