sábado, 6 de outubro de 2012

RELEMBRANÇAS DOS MEUS TEMPOS DE GURI EM S. CRUZ



 
Recebo do meu amigo de infância Guido Koehler um exemplar do livro comemorativo aos 50 anos da AABB de Santa Cruz.

Inicio por dizer que na Santa Cruz de “ illo tempore” dois empregos estavam entre os mais prestigiados: “ bei den amarikaner von Souza Cruz arbeiten” ( trabalhar para os americanos da Souza Cruz) e ser funcionário do Banco do Brasil. Eu mesmo em 1964 me submeti ao concurso, fui aprovado com boa classificação, mas não quis assumir pois fora aprovado no vestibular em Direito na UFRGS o que, na época, me pareceu mais interessante opção.

Mas vários amigos meus seguiram a carreira com muito sucesso.  Olhando as fotos do livro me vêm à mente alguns episódios interessantes. Guido era e é um musicista autodidata e muito talentoso e eu era aluno de violino da sra. Amália Eidt. Contava a meu favor ter sangue da família Gessinger, de bons músicos, desde o meu bisavô, passando pelo avô e meu pai, além das tias, todas excelentes nos seus instrumentos. Sem falar no Humberto Gessinger ( Engenheiros do Hawaii), filho do prof. Humberto, meu tio.

Pois na época do Dia de Santos Reis, Guido , eu e mais alguns saíamos a tocar  pelas casas e recolhíamos alguns trocos em dinheiro. Nossa! Como rendiam aquelas serenatas, principalmente quando tocávamos nas casas dos “ obende zehntausende” ( dos mais afortunados).

Certa noite, após termos passado a noite tocando, já rescendendo a “ vermouth”, fomos na casa da então namorada do Guido, a Gísela. À janela onde ela dormia com a irmã, começamos a tocar desafinadamente, dada a influência etílica. Ouvimos uma das gurias falando para a outra:

- tu tá ouvindo esse barulho aí fora?

- to, mas vamos dormir que isso só pode ser uns bêbados porque to sentindo o cheiro da cachaça aqui de dentro...

Mas eu saí muito cedo de Santa Cruz, aos 17 anos, e  desde então só voltei para visitar meus familiares esporadicamente. Fiz minha vida toda fora e acho que nunca mais morarei em Santa Cruz.

Mas não passa um só dia em que não agradeça ao Senhor pela graça de ter nascido e educado em Santa Cruz. Me perdoem os mais jovens: mas era um “ provalescimento” a gente se submeter a um teste ou concurso ou entrevista, tamanha era a sólida base cultural que se detinha  e que nos diferenciava dos demais. Era só  dizer que se era de Santa Cruz que tudo se abria. Além disso, a severa educação a que nossos pais nos submetiam tornavam-nos a todos competidores excelentes no mercado de trabalho.

Uma coisa a mais para encerrar. Quando ingressei na Faculdade de Direito da UFRGS fui muito bem acolhido por  ter bons conhecimentos da língua alemã já que – coisa com que jamais imaginara – lá era um ninho de cultuação da escola alemã da ciência jurídica.

Agora voltando à AABB. Quantas cidades têm uma sede como a de Santa Cruz? E o que é isso senão a própria cara de nossa terra natal e da tenacidade da gente que aí nasceu?

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

EPÍSTOLAS

* sobre a gessinger em expansão

Siguinti. Já estou me organizando aqui para enviar meu curriculum de campeiro com séria intenção de me candidatar a posteiro

ou retireiro aí nesse fundo de campo. Pelo que vejo na foto os "alicerce" do rancho (e que rancho fino de concreto e tijolo) já estão devidamente erguidos." Às alvre " já estão crescidas para uma boa sombra nos dias quentes de verão.  Tenho curso de cavaleiro, sei de lida em mangueira, marcação, vacina, tiro de laço e sovéu. Sei lidar com o aramado 5 fios, fazer mataburro e porteira. Sei fazer uma boa horta para legumes fresquinhos, sei plantar árvores de todo tipo, flôres de todas as cores e perfumes.   De lambuja, algumas cantorias em noites de frio, no galpão junto com os parceiros de lida. Depois de muito andejar descobri entre muitas coisas que o homem precisa muitoo pouco para viver. E esse pouco para viver., é muito, mas muito quando se pode viver junto a natureza e aos homens do campo. 

Grande abraço, meu amigo Fique com Deus.

Ivanhoé.
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 SOBRE O DESARMAMENTO

Perfeito...

 

Escondem informações da população, como essas sobre o que realmente querem com desarmamento.

 

As multinacionais da "indústria da morte" abafam informações importantes para a saúde e patrocinam os políticos que lhes protegem ou são coniventes!


Leia "O Livro Negro do Açúcar... o perigo doce" em PDF: http://pt.scribd.com/doc/61508666/

Enquanto criam engodos, como o aquecimento global... Engodos e paradoxos criados para entorpecer as pessoas bem intencionadas.

 

Podemos resolver todos os riscos ambientais no Brasil com 3 bilhões.
A saúde pública pode ser sanada com 15 bilhões!
A educação será recuperada com 12 bilhões.
Assim, com  bilhões remodelaríamos este pais em um paraíso.
O Governo não resolve esses problemas.
Alega falta de recursos. Nega, até, uma singela reposição inflacionária aos professores federais desencadeando um movimento grevista nas universidades...
Contudo, na COPA 2014 e Olimpíadas 2016 os gastos governamentais serão superiores a 100 bilhões, dos quais estima-se, pelo que aconteceu nos Jogos Panamericanos, pelo menos um terço será desviado na corrupção:
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150197374338823.314810.714013822&type=3&l=e83501d7e5

 

 

Abraços

Padilla

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PECUÁRIA GESSINGER EM EXPANSÃO




Com muita satisfação comunicamos que chegaram a bom termo as negociações e incorporamos mais uma área contígua à nossa, especial de primeira, que abrigará os  touros do nosso plantel de Angus e Brangus. Promoveremos algumas reformas na sede da propriedade adquirida, sempre em busca de excelência e qualidade.

CONTINUA RENDENDO MINHA GLOCK


Agora é a psiquiatra e comunicadora Lais Legg


Apesar de saber, de antemão, que jamais terei uma arma de fogo, concordo contigo, Ruy. A única palavra que me ocorre, no momento, é “basta!”. Depois daquela colega médica baleada em plena tarde na José Bonifácio, penso que chegamos ao limite. Só concordaria com o desarmamento SE o país tivesse mais presídios, se os menores infratores fossem punidos como devem, se eliminassem a tal progressão de regime, se as leis fossem feitas para todos, se não houvesse mensalão, se os criminosos de colarinho branco fossem presos, etc, etc, etc.

Abraços,

Laís
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Ruy. Sempre andei armado. E mais. Se algum vagabundo desses tentar entrar em minha casa sem minha licença,

atiro nele de calibre 12. E não tenho dó não. Dá cadeia eu saio!!! do cemitério não!. 

Nossa vida e a da nossa família não vale mais nada, pelo menos aqui em São Paulo. Somos mortos que nem

moscas todos os dias, em todos os locais. No Morumbi as pessoas estão abandonando suas casas pela total

falta de segurança. Se vc fôr o escolhido, já era. E essa história de desarmamento com certeza tem algo por trás.

E ali, estão políticos, com certeza.Abração. Ivanhoé. 
-

Ivanhoé Eggler Ferreira

(019) 3891.5881  9735.2130  (019) 9136.2975                       

São Paulo-Brasil





AINDA SOBRE MINHA GLOCK





Ruy,

já ouvi, não de um, mas de vários Delegados de Polícia, que esse desarmamento dos cidadãos de bem foi um erro. Os militares falam a mesma coisa, enfim, pessoas que são do ramo, que entendem do assunto, em uníssono pregam contra esse desarmamento. A história nos mostra que o desarmamento da população ordeira sempre precedeu a algum propósito político, assim ocorreu na Alemanha pré-nazista, na itália pré-fascista. A Rússia e a China desarmaram a população ordeira e milhões de dissidentes ficaram impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

O que será que tem por trás desse desarmamento à brasileira?

Abraço

Rogowski
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Lembrei-me de que nosso avô deixou-nos uma herança, um revolver americano marca Strong calibre 32 , com uma caixa de balas cujos cartuchos Remington (USA) eram cromados ( niquelados ) parecia aquelas balas de prata que o zorro usava; um dia resolvemos praticar um tiro ao alvo, colocamos uma tábua de madeira de lei com espessura de mais que 1" , nos posicionamos a uma distância de aproximadamente 20 metros e descarregamos o tambor duas vezes, depois fomos ver os acertos, foi quando percebemos que os projetis marcaram a madeira não com orifícios, como se tivessem batido de lado, meio de lambada.
      Olhamos para o interior do cano daquela relíquia, que deve ter pertencido ao Billy The Kid ,e verificamos que as raias estavam tão gastas, mas tão gastas, que as balas saiam rodopiando, e pensamos, vamos jogar esta droga no lixo e adotar o nosso " bodoque "  feito com forquilha de pitangueira e borrachas de câmara de ar daquelas bicicletas aro 28 modelo alemã Goering  do século passado, que vai ser mais garantido.
      Ação gera reação, com este aumento de insegurança e violência, as vezes também penso em andar com meu estilingue com aquelas bolitas de rolamento no bolso. 
      Abraços.
      Élvio.
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Penso igual ! Aqui vai meu registro:

A ideia do desarmamento da população é um retrocesso em nossas instituições. Ora, bandido não compra arma! Desde a minha época de candidata ao Senado que defendo a importância do Governo Federal fiscalizar as nossas fronteiras, pois é por ali que o armamento pesado entra. 
O sistema prisional brasileiro é uma vergonha.É simplesmente repugnante que sob a guarda dos presídios exista uma massa de pequenos criminosos que vivem que nem animais enjaulados. Sem contar que de segurança máxima os presídios não tem nada porque é por de trás das grades que os barões do crime organizado, controlam seus negócios.
Monica Leal
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Mano, alem das que ja tenho (com colecionador), e porte desde os 18 aninhos -bahhh, it was manny years ago- agora estou importando esta "mimosa e potente", pois tenho que me proteger e a minha prole. Amigo, continua com a "Glock" como segurança e de preferência usa 380 Silver Tip e ponta oca, entra de fininho e sai como uma rosa, das grandes.
abs
cinchados
HADLER
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AQUI ESTÁ MINHA OPINIÃO

Jorge Loeffler

 

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DESISTI DO SALVO CONDUTO


Acho que temos que rediscutir o tal do desarmamento.
Não sei se vocês sabem, mas sou amante das armas de fogo desde que atirava, escondido do meu pai, com seu revólver 32, isso aos 13 anos. Seu Rambo, um amigo de meu pai, me ensinou a atirar com armas de caça calibre 12.
Na Escola de Polícia fui   bom aluno na Cadeira de Armamento e Tiro.
Estou me convencendo de que isso de desarmar o cidadão honesto não deu certo. Os bandidos passam treinando tiro ao alvo em alvos vivos. Quem sabe fazemos como em Israel em que cada cidadão  pode, mediante certos requisitos, portar até metralhadora.
Digo isso porque certa vez eu estava num engarrafamento e vieram dois, no meio dos carros, reto na minha direção . Ihhh, pensei, vai dar m....!
Calmamente peguei minha adorada Glock austríaca G-28, cal 380, com um monte de azeitonas dentro do pente, abri a porta do carro, saí e abrindo um pouco as penas e tomando posição de tiro gritei com eles.  A última notícia que tive é que passaram , ainda correndo, uma semana de depois, lá para os lados de Nonoai.
Está me incomodando que nem as ovelhas estão tão passivas como nós.
Se tiver que morrer, quero morrer como um tigre.
Que cada cidadão, sem antecedentes maus, possa adquirir e portar uma arma, mediante prévio treinamento em escolas autorizadas!
Estarei errado?

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PAMPA DEBATES É ALTO ASTRAL



Não adianta, o P. Sérgio sabe agitar um programa. Hoje foi um show: o nosso Alceu Collares com seus discursos e retórica dos anos 60 e 70, mas sempre bem interessantes; Aldo Giulian, esse empresário que não quer saber de gre gre para dizer Gregório e conheci hoje o dep. Marlon Santos, ex prefeito de Cachoeira do Sul, uma pessoa super cativante.
Os debates giraram em torno de Segurança e Educação.
Da minha parte dei o recado de que o negócio é cada um criar seus filhos com rédea curta e não ficar dando viagenzinhas para Disney e deixar as ruas com o encargo de " educar" os rebentos.

EBAAA - AMANHÃ VOU PEDIR MEU SALVO CONDUTO


Alvíssaras.
Leio nos jornais que a partir de amanhã " juizes eleitorais poderão expedir salvo-conduto em favor de leitor ameaçado de violência moral ou física que  ponha em risco sua liberdade de votar".
Bueno, no texto não é explicado se esse salvo conduto é contra autoridades.
Mas no caso da médica que levou um tiro nas costas ontem, ela parece que está impedida de votar, mas por obra de assaltantes.
Para que não me aconteça o mesmo ,vou pedir um salvo-conduto, não contra as autoridades, mas contra os assaltantes.
Será que vai ter fila? Tomara que o assaltante não seja analfabeto...

MAIS SOBRE TEORI - O NOVO MINISTRO DO STF


 


Ainda pequeno, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Teori Albino Zavascki saiu da catarinense Faxinal dos Guedes e foi sozinho para Chapecó (SC) estudar em colégio interno só para meninos, onde fundou seu próprio time de futebol, "Os Explosivos". Em resposta, adversários criaram "Os Extintores" e o primeiro jogo foi tão inflamado que a diretora mandou acabar com as duas agremiações. O camisa 11 dos Explosivos, se passar pela sabatina do Senado, assumirá agora a 11.ª posição no Supremo Tribunal Federal, onde, segundo amigos, atuará muito mais como extintor. Ao saber dessa passagem da infância de Teori, o ministro Castro Meira, presidente da 1.ª Seção do STJ, riu, surpreso: "Que paradoxal! Explosivo é tudo o que o Teori não é. Você nunca vai vê-lo batendo boca no plenário ou tentando impor sua opinião, ele é reservado e sereno".

A descrição de Meira sobre o estilo do colega bate com o perfil que a presidente Dilma Rousseff buscava para substituir o ex-ministro Cezar Peluso. Segundo um interlocutor direto da Presidência, a procura era por alguém "muito experiente, muito preparado tecnicamente, que fosse discreto e educado, fora do tribunal e nos julgamentos. Nada de espetáculo".

O ministro do STJ Napoleão Nunes Maia Filho já dá uma pista para quem quiser saber como ele vota: "Ele é absolutamente coerente, por isso previsível em suas posições. Costuma reproduzir suas decisões". Castro Meira acrescenta: "Ele se recusa a dar uma interpretação mais aberta da Constituição, como eu faço às vezes. Segue estritamente o que está escrito na lei". Advogados que frequentam seus julgamentos avaliam que ele costuma decidir mais a favor do Fisco e que é linha dura. Na esfera política, absolveu o ex-prefeito de Ribeirão Preto (SP) Antonio Palocci da acusação de improbidade administrativa. Mas condenou, pelo mesmo crime, o ex-prefeito de Joinville Luiz Henrique da Silveira, que hoje, aliás, é senador e participa da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que concluirá a entrevista e aprovação de seu nome depois das eleições.

Sobre CPI, Teori já decidiu como relator que a instauração desse tipo de investigação não deveria depender de aprovação prévia do plenário da Câmara Municipal, pois isso retiraria da minoria parlamentar esta prerrogativa constitucional.

Em seu gabinete decorado com bandeira do Grêmio, o descendente de italiano e polonês que não tem ideia do significado de seu nome (pronuncia-se Teorí) costuma despachar ouvindo Mozart, Beethoven ou Bach. De janeiro até agosto deste ano, ele recebeu 7.843 novos processos e julgou 10.882. No ano passado, chegaram à sua mesa 8.773 e foram sentenciados 8.036. Preocupado em evitar o clima de "já ganhei" a vaga no Supremo, ele continua frequentando as sessões e pedindo vista, como na última sessão, na quarta-feira.

Livros e seriados. Teori frequenta semanalmente a ponte aérea Brasília-Porto Alegre. Passa a semana em seu apartamento funcional tomado por livros na Asa Sul da capital federal. Lá, ele gosta de praticar caminhadas matinais pela vizinhança - antes sozinho, mas desde que foi indicado ao Supremo é acompanhado por seguranças. Não é dado a eventos sociais, então ocupa o tempo livre vendo sua série predileta, Two and a Half Men. Opta pelas reprises antigas que ainda passam na TV, ou assiste às temporadas que tem em DVD, porque ele achou sem graça a substituição de Charlie Sheen por Ashton Kutcher. Para acompanhar o ídolo americano politicamente incorreto, virou fã da nova série de Sheen, e anda se divertindo com Tratamento de Choque. Quando está de folga, gosta de viajar para o exterior ou acampar na beira do rio, dormindo em barraca.

Na capital do Rio Grande do Sul, a vida é mais agitada. De sexta-feira a domingo ele vai para o apartamento que divide com a mulher, a juíza federal Maria Helena Marques de Castro Zavascki. Companheira desde 2004, ela deu um breve intervalo nas sessões de quimioterapia e fez questão de estar ao lado do marido durante a sabatina no Congresso. Criado em família católica, ele mantém em casa uma Bíblia, que divide espaço com um exemplar do Evangelho Segundo o Espiritismo, religião de seus filhos. Mas não é de frequentar igreja. É no Sul onde ele sempre se encontra com seus três herdeiros: Alexandre, médico e alpinista; Francisco, advogado e alpinista, e Liana, advogada. Os dois que seguem a carreira do pai se defendem quando alguém pergunta se ter um pai ministro pode influenciar o resultado de uma ação. "Meu pai jamais poderia julgar um caso nosso, nem se quisesse. Nossos processos não começam nem no STJ, nem no STF", responde Francisco, de 32 anos.

As netas gêmeas, Mariana e Bruna, adoram quando o avô prepara churrasco, sua especialidade, sempre ao som de música típica gaúcha. Se algum comensal de seus espetos quer deixar a festa cedo, ele costuma brincar: "Já vai embora, secador?", alusão ao torcedor que vai ao estádio só para "secar" (torcer contra) o time adversário e sai de fininho ao ver que a intenção foi alcançada.

Tricolor. A metáfora futebolística é em nome de sua paixão, o Grêmio. Ele é membro conselheiro do clube, frequenta as reuniões e está feliz da vida com o comando de Luxemburgo. Ele e o presidente do clube, Paulo Odone, são amigos de longa data, quando ainda era estudante da Universidade Federal de Porto Alegre,

Teori começou a carreira como auxiliar no escritório de Odone. A relação deu certo e chegaram a ser sócios. Hoje, a amizade gira em torno da bola, quando os dois se juntam para torcer e discutir o futuro do time. O sócio ilustre já migrou sua cadeira cativa e a de seus filhos para a futura Arena Grêmio. Uma das raras ocasiões que o fazem chorar é quando o tricolor gaúcho conquista algum título importante. Aí, brotam lágrimas contidas.
(O Estado de São Paulo - 01.10.2012)
 

DÉBORA BERGAMASCO / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

( enviado por Luiz Gaspar Beck da Silva)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

JUST WONDERING

Hoje, depois de receber um mail, fico  pensando, meditando, sobre o problema brasileiro, que se replica também nas paróquias.  Teve um conhecido, lá das bandas de santiago, que se disse decepcionado com o Rio de Janeiro. Também pudera, foi de ônibus e ficou meio nos lugares boca braba. É a tal da " Weltanschauung", a visão do mundo. Que coisa mais triste que pessoas sejam obrigadas a viver sempre no mesmo lugar, nunca tendo nem idéia do que haja fora da periferia de sua comuna.
OK, mas  just wondering,
- por que temos que viver presos nas grades de nossas casas como até São Cristóvão, cuja estátua está  na lateral de um acesso à cidade de Santa Cruz, o pobre santo, que deveria carregar Cristo , está  numa critpa, fechado a cadeado.
- por que a poluição não para de crescer em nosso país, quando os ingleses limparam o Tâmisa.
- por que exigem nosso visto de entrada em tantos países?. Essa sim: por que exigem visto dos brasileiros e dos suecos não?.
( Observação - isso não tem nada a ver com os governos recentes do Brasil. Isso é  história que vem de longe)

LEILÕES DA GESSINGER - ALGUMAS LIÇÕES


Repito: eu sou um aprendiz. E tudo do pouco que sei sobre pecuária, devo a meus amigos de Santiago e Unistalda.  E quero continuar aprendendo até o fim.

Queria apenas expor os “ cases” em que acho que se constituíram o 2. E o 3. Leilões da Gessinger.

No segundo, realizado em janeiro, a seca estava em seu auge. Muitos achavam temerária a nossa iniciativa. Sabíamos, porém, que havia lugares onde havia chovido. Também tínhamos fé no taco da nossa qualidade. O remate de 250 animais durou 50 minutos. Nos prazos avençados, recebi todos os pagamentos. Agora o detalhe: a maioria absoluta dos lotes foram vendidos para gente de fora da nossa região. Indagando, descobri que o que atraiu os forasteiros foi o fato de haver, num só local, número expressivo de animais, de uma só marca. Valia , portanto, a viagem. Muitos já vieram com seus caminhões, o que facilitou as vendas.

No segundo leilão, há pouco realizado, houve pista limpa, conquanto os preços tenham sido menos expressivos, mas plenamente sartisfatórios. Foi fundamental termos dado prazos mais longos para pagamento. Desta vez, vários compradores da nossa região, inclusive vizinhos nossos.

Observei, no entanto, o seguinte:  nesse leilão incluí lotes que não eram originalmente da Gessinger, mas que recebemos em negócios.  Esses lotes, apesar de relativamente bons, patinaram , mas acabaram saindo. Pouco depois entraram fêmeas crioulas nossas,  leves, de pouco peso, mas com mais qualidade e os preços foram lá em cima.

O remate tem algumas características: não adianta você exigir que os lances comecem no ponto em que quer vender. A lógica do leilão exige que se comece com um lance mais baixo. Pode dar uma zebra e ninguém lançar? Pode, mas é do jogo.

No nosso próximo leilão vou sugerir ao Guarany Remates que haja o chamado “ pré lance” . Se, por exemplo, o comprador oferecer um lance atraente, nada obsta a que sequer entre em pista, sendo adjudicado ali mesmo no brete  ao interessado.

Já ouvi muitos dizerem que Santiago é uma  praça inferior em matéria de vendas de gado, perdendo para muitas outras como Cruz Alta, S.F de Assis e Alegrete.

Ouso discordar. Nosso parque é bem  localizado e as instalações são aceitáveis.

O que penso muitas vezes faltar é um pouco mais de merchandising e arrojo aos vendedores.

MONICA LEAL - QUE BELA POSTAGEM

Ainda há vida inteligente!
eis o que ela escreve:


Saindo do meu comitê hoje ao entardecer, vislumbrei um céu com nuvens, maravilhoso, que clareou Porto Alegre depois da chuva e trouxe cores para a gente continuar a campanha na rua, com alegria e energia até o dia 07 de outubro. A chuva é sempre benção. Na medida certa, é tempo bom no campo, para molhar as plantações por esse Rio Grande do Sul afora. E quando ela dá suas tréguas é bom aproveitar e também agradecer!
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11123 é seu número para vereadora 
http://monicalealrs.blogspot.com.br/

QUANTA LENDA - NÃO PODE BEBER, NÃO PODE PRENDER NINGUÉM, NÃO PODE....

É incrível o imaginário popular sobre preceitos e vedações.
Num acidente: a vítima se estrebuchando no asfalto e sempre tem um:
-não mexe em nada antes de a Polícia chegar.
Que bobagem!
Agora os " jornalistas" ressuscitam cadáveres de antes de l988.
A partir de hoje nenhum eleitor pode ser preso.
Ô cara pálida! a partir de '88 as prisões têm que ser legais. Todas! Entendeu, tontinho? Antes, durante e depois das eleições. Passou o tempo em que se prendiam os borrachos até curarem o porre.
Nas " eleição" não pode beber...
O certo seria nunca beber, mas se quer tomar um trago dia 7, tudo óll rraithi. Só não dirige teu Chevette, que irás em cana, com ou sem eleição.
Quem disse que não pode beber? Para isso haveria necessidade de uma lei e muuuito bem feita, pois tropeçaria no primeiro cotejo com a Constituição.
Será que nas escolas de " jornalistas" não há uma cadeira assim como " noções básicas de Direito?"

E DE-LHE CHUVA NA UNISTALDA CAMPEIRA

Recebo mail do amigo Menna:
"
Não existem mais açudes, banhados, barragens, sangas, rios e campos secos...é água de balde, maravilhosa chuva.

Um abraço "
 
Em seguida me liga meu capataz:
- só hoje já deu 70 mm!!!
E lhe pergunto:
- e como estão os açudes?
- já estão quase no meio das taipas, patrão.
Allah, Deus, Grande Arquiteto do Universo, Wothan, todos os deuses e deusas sejam louvados!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

HOSANNA NAS ALTURAS, BENDITA A CHUVA

Hoje cedo o Luiz César me telefona radiante. Após quase um ano, uma bendita chuva que a essa hora já passa de 100 mm. Isso na estância. Os açudes vão poder respirar um pouco, as fontes vão voltar a murmurar, as sangas retomarão sua correnteza, tudo reflorirá, inclusive nossa esperança de dias melhores.
Se forem confirmadas as previsões de tres dias de chuva, os reservatórios de água vão quase encher.
Mas isso nem todos da cidade, principalmente alguns radialistas, entendem. Para eles, isso agora é  " mau tempo" e quando parar de chover é que o tempo " melhorou".