segunda-feira, 11 de junho de 2012

AUSTERIDADE

Foi uma vexame a Prefeitura de P. Alegre ter feito um ponto facultativo na 6a. feira. A grita foi grande. Fortunatti pediu desculpas.
Falta mais gente na região onde tenho campo se explicar. A saúde de que feriadão incluindo 6a. feira? Ainda mais numa região pobre. Ou virou rica, que se permite essas mordomias?
Administrar é ser rigoroso, do contrário se quebra.

domingo, 10 de junho de 2012

EXTRA EXTRA EXTRA !!!! TEMPO BOM EM UNISTALDA - 22 mm de chuva

Viagem maravilhosa de volta a P. Alegre, BR 287 muito bem sinalizada ( parabéns DNIT e dona Dilma), 290 excelente.  Saboreamos um delicioso churrasco na  Churrascaria Satélite  na 290 já 5 kms antes das pontes do Guaíba.
E nisso chega a notícia maravilhosa:
- Patrão - choveu 22 mm , chuva calma e sem raios.
Para as águas não fez nem " cósca", mas para as pastagens ajuda e grande!
Deo gratias!

NA HUMILDADE DE UM GALPÃO E OUTRAS - ,COMENTÁRIOS

Essa humildade galponeira é a parte mais linda do conviver gaúcho. Tão cantada pelos nossos poetas riograndenses em prosa e verso, tem a mística dos gaúchos. Foi o lugar que mais me atraiu sempre em minhas andanças pelo Rio Grande quando em minha juventude. Por muitos e muitos anos acompanhei Noel Guarany e Cenair Maicá quando cruzavam todo o estado de norte a sul de leste a oeste, tocando e cantando e levando cultura a todos. E muito dessa cultura adquiriram nos galpões de estâncias em volta do velho fogo de chão. A mística dos peões de fazenda, suas lidas e sonhos. E como escreveu Jayme Braun, "não existe nada igual em qualquer parte do mundo". Grande abraço, meu querido amigo.
Ivanhoé.
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Ao ver as fotos desse galpão gostei muito do mesmo. Simplicidade e ordem vejo ali e te vendo sentado junto ao fogo confesso que senti um pouquinho de ciúme, do ciúme bom, é claro.
Deve ser extremamente gostoso estar ali sentado ao lado do fogo especialmente para ti. Parabéns por tão acolhedor recanto.

Jorge Loeffler
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Belissimaas imagens da Estância, aquele passaro vermelho(não sei o nome) estava desaparecido por estas bandas e neste ano tenho observado vários aqui no pátio de nossa casa.È uma tranquilidade termos o nosso trabalho sem depender de favores de ninguém, todos deveriam pensar assim e lutar pelo seu lugar no mundo do trabalho.Um abraço para Dona Maristela, precisamos de mais profissionais assim.
Eva Müller

NA HUMILDADE DE UM GALPÃO




Cada fazenda tem o seu estilo.
A nossa tem três galpões. Um, o maior, de alvenaria, é para guardar os tratores, caminhão, sementes, adubos, ferramentas. Outro, o menor, é para  encilhar os cavalos, guardar aperos, laços, encilhas e o sal. O outro, que aparece nas fotos, é do que eu chamo de galpão de convivência, onde a lareira tem sempre o fogo ardendo, onde a peonada se reune de manhã para o mate, onde estão rádio e TV, onde a peonada sesteia, onde fazemos nossos churrascos.
Ali é um lugar mágico, tão decantado em prova e verso por tantos escritores.
O galpão não tem equivalente nas cidades.
Também no nosso as mulheres só vêm para almoçar quando se faz um assado. Fora disso, ficam na cozinha de suas casas.

COMENTÁRIOS

PROFESSOR CLOBIS BRUM

Meu amigo!

Realmente não existe avalição financeira para momentos como este.

Somente quem os vive pode, de vez em quando, em meio às atribulações da vida, fechar os olhos e se perder nas recordações. As paisagens que fotografas com a câmera certamente não acompanham o que levas nas retinas para os momentos de introspecção.

Outro dia, convidei meus alunos para uma aula do lado de fora da sala de aula. Eu havia acabado de chegar do campo e estava inspirado com a beleza  da noite na vastidão do pampa. Em meio as explicações sobre a origem do universo, convidei-os a observar o CÉU estrelado. Na troca de conhecimentos chegamos a conclusão que esquecemos ou não podemos olhar para cima como fazíamos antigamente para não andar batendo nas pessoas e/ou nas obras que comandam a nossa vida nas cidades.

Retribuo-te as fotos com uma paisagem da minha região, próxima ao rio Itu e uma com descendentes (gêmeos) de carneiro da Cabanha Gessinger.

Boa estada na capital.

Abraços

clovisbb
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MOINA

Dear friend

Gostei da foto. Me deu saudade de sentir  aquele cheiro de cavalo que pasta no campo  e come alfafa. Me deu saudades da minha Rosilha,  fiel  companheira de cavalgadas  de  setenta anos atrás.

Espero que Martistela tenha  conseguido descansar  bastante .

Um abraço para os dois.

                            moina





Visite o Blog: " Histórias da Vovó Moina"
http://www.vovomoina.blogspot.com
Você vai gostar.
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PETRA GESSINGER
Vô, a felicidade não está escondida, nem longe, e muito menos é preciso procurá-la infinitamente nos mais diversos lugares. Para ser feliz basta transformar os pequenos momentos julgados comuns em oásis de prazer e amor no meio do deserto que é o dia-a-dia. Qualquer gesto de carinho, tanto feito ou recebido, qualquer imagem bonita que nos dá saudade e qualquer lugar em que estejamos cercados de pessoas que nos amam são "pequenas felicidades". Está tudo aí, debaixo do nosso nariz, há pessoas que passam a vida inteira procurando sem se dar conta disso, então quero que tu saiba que todas as vezes que nos vemos e temos a oportunidade de almoçar juntos e conversar, tu estás me proporcionando exatamente isto e fazendo parte da minha felicidade, muito obrigada!
Muito beijos, Petra.
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DES.ALFREDO FOERSTER
Muito bons os dois textos : este [abaixo] e mais Q t o valem os amanheceres e anoiteceres c/o esses
Até os repassei aos amigos próximos e com repercussão do Prof. Nestle em Holzheim _  na Baviera _ D.

sábado, 9 de junho de 2012

RETORNANDO


Fazia anos que Maristela não tirava férias. Ela é Assessora do Tribunal de Justiça, concursada. Nunca dependeu de pistolão, ou de alguma imunda indicação. Ela reluta em pedir as férias a que tem direito ( tem um século de vencidas), pois acha que  não fica bem nessa época em que todos reclamam por mais celeridade no serviço público.
Mesmo assim o Des. Spode, 1. vice presidente do TJ, lhe concedeu um breve período.
Uma parte desse tempo aproveitamos para ficar na Estância.  Estância essa que tem a cara dela.
Nos decidimos por cruzar direto por Santiago, sem chegar  em nossa hoje fechada casa.
Por que?
Porque há que se optar ante as prioridades.
Entre eventuais alegres convivências sociais na cidade de Santiago e um período de dedicação mais intensa e próxima à nossa eempresa rural em Unistalda, esta mereceu nossa escolha. Andamos a cavalo, esquadrinhando cada centímetro da propriedade. Nos reunimos por várias vezes com todos os funcionários e estagiários, curtimos a linda e calma vida rural, liberta de  ostentações, onde - como diz a canção - ainda se olha nos olhos e se aperta firme a mão. Convivemos, como uma só FAMÍLIA com os que cuidam da Pecuária Gessinger mais do que cuidam de suas próprias coisas. Traçamos planos e metas, sempre com vistas a um crescimento conjunto de todos, na medida de sua dedicação.
Posso dizer hoje que, entre escolher entre um convescote fashion na Padre Chagas e um cordeirinho assado na humildade de nosso galpão, com minha gente campeira, prefiro, SEMPRE E SEMPRE, esta última.
Chegou a hora de voltar a P. Alegre. E como diz a canção " quando abandonamos o pago o cavalo vai para a frente e a alma se atira para traz".

QIUANTO VALEM ANOITECERES E AMANHECERES COMO ESSES ?





Não tenho mais nenhuma dúvida , refletindo aqui na solidão e quietude do Campo , que vai ser uma bronca grande a vida dos humanos nas cidades acima de 30 mil  habitantes, a continuarem práticas ambientais criminosas perpetradas por todos nós.
Explico-me: os que detinham, por empréstimo do Criador, antes de mim estes campos, foram responsáveis. Não desmataram as matas ciliares, não fizeram roças onde  havia pouca cobertura de terra, não derrubaram o mato nativo para vender  madeira ou fazer carvão.Podem ter até sofrido a pecha de indolentes por não derrubarem tudo e meter-lhe planta em cima.
Resultado, os vários regatos ( sangas) que cortam a área, mesma na mais braba seca, têm reservatórios de águas cristalina nos chamados lagoões, que são reentrâncias rochosas cobertas de vegetação. É por isso e só por isso, não pelos açudes, que nosso gado está bem e gordo.
Nas cidades as pessoas se apinham como ratos, procriam irresponsavelmente, desfazem-se do lixo na rua mesmo ou atulham os rios de plástico.
Em todos os lugares as represas vão secando. E agora, o que vai fazer a família urbana que mora em apartamento? buscar água onde?
Tenho quase vergonha de revelar que estou num dos últimos lugares intocados do Planeta: o que resta do Bioma Pampa.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

MARCO PEIXOTO SE ASSUSTA DO FRIO UNISTALDENSE E DESFALCA TIME DA PECUÁRIA GESSINGER


O famoso primo da Maristela, ex deputado e agora Conselheiro do Tribunal de Contas, cuja foto constava em cada rancho da região, assustou-se com os seis graus  negativos e , alegando uma antiga lesão, não pode comparecer ao futi que realizamos hoje.
Só nos resta esperar a primavera para nosso atleta honorário retornar aos gramados.

QUE HORROR - PREVIDI DIZ QUE NÃO TENHO HORTA NA FAZENDA...

Estou ainda escolhendo entre tomar Neguvon, ou Ri doRato, ou Tatuzinho porque minha vida não tem mais graça depois que o mais lido blogueiro do Rio Grande ( http://previdi.blogspot.com.br/) me acusa de não ter horta na fazenda. Ora, acusar um alemão de não  ter pomar, horta e jardim é motivo de duelo. E, por isso, eu te desafio, Prévidi a vir com Paulo Sérgio , o Nico e o Mendelski aqui na fazenda e vamos ver quem e nós aguenta tomar mais Freixenet Cordón Negro.
Aí abaixo vão umas fotos



RECORRENDO OS CAMPOS







BLOGUEIRO LOEFFLER SENTA-LHE A RIPA NOS " COMUNICÓLOGOS"

Da descrença de que em Santiago tinha dado 5 negativos, só falta os comunicólogos quererem que saisse no Diário Oficial.
Não bastou essa foto com gente super bonita? ou foi inveja?
Vejam o comentário do Loeffler

o Ruy está absolutamene certo. Esses profissionais pensam que sabem tudo. E no fundo não são os culpados, pois amestrados de acordo com a vontade dos patrões. Assim o que ocorre fora do mundinho deles inexiste. Têm dois gênios, um é o Camelinho que deu certo e que pensa ser cantor. Ele pretende exterminar os cães da raça PitBull como se fossem eles os responsáveis penalmente pelo que fazem. Esse gênio é bacharel em direito. Esquece esse gênio que por trás desses animais há outros, estes bípedes. Eu sei disto, mas ele não. E há ainda outro, este não faz muito tempo em um de seus geniais textos “decretou”, embora nem mesmo ele saiba, a extinção da antropologia como a ciência que estuda o homem deste suas remotas raízes. Afirmou ele ser Apolítico.

NOSSA ESTÂNCIA COM CARA DE SUIÇA









quinta-feira, 7 de junho de 2012

OS COMUNICÓLOGOS BURRALDOS DE P. ALEGRE SÓ ACEITAM TERMÔMETROS OFICIAIS E DESPREZAM O QUE É NOTÍCIA

É demais a babaquice de alguns comunicadores de P. Alegre. Quando mandei um torpedo dizendo que aqui na fazenda fazia 4 negativos, às 6 da manhã, não quiseram acreditar.
"Só nos baseamos nos dados oficias.". dizem aqueles para os quais só existe P. Alegre e seu mundinho de estúdio.
Taí a foto da gurizada de Santiago, ou será que eles adulteraram o mostrador? 
( foto blog do Rafael Nemitz)

NA LIDA COM OS OVINOS





Há que se ser criterioso e rigoroso na seleção dos melhores. Só estes vão para a Cabanha.
Os demais vão para o campo.

O MENINO E AS VACAS DE LEITE


Claro que vocês sabem que a vaca só dá leite se tem terneiro ao pé, ou seja, se está amamentando.Na fazenda as vacas de leite ficam na pastagem durante o dia. À noitinha elas são buscadas para ficarem na mangueira, onde são separadas de suas crias para que estes não mamem. De madrugadita é feita a ordenha. Sorte que meu avô Rudolf já morreu, pois ele sempre me dizia que ordenha é serviço de mulher. Me escandalizo, pois aqui na fazenda são os homens que tiram leite...o fim dos tempos está próximo.
Mas o encarregado de trazer as vacas de leite à tardinha  é esse campeirinho aí das fotos, o Érico, de 6 anos. Os pezinhos dele nem alcançam o estribo.
Quando o terneiro atinge a fase do desmame , vem nova ou novas vacas  recém paridas e assim segue o baile.
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Uma baita geada, ficou tudo branco, acordei 5 da manhã e o termômetro marcava 4 graus negativos.
Saí campofora mas minhas vistas congelaram. Tive que voltar tateando para a frente da lareira.