terça-feira, 6 de dezembro de 2011
A SECA ESTÁ CARGOSA E A CHUVA CABORTEIRA
Na primeira foto o céu de ontem à noite, esperançoso de chuva, mas que não resultou numa gota.
Como podem ver, o campo está amarelando.
As flores da árvore, no entanto, nos dizem que enquanto há flores há esperança.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
IVANHOÉ DE SAMPA TEM A FÓRMULA PARA CHUVA
Ruy....siguinti...o segredinho prá chover é...pedir pro meu parceiro fiel de sempre...São Judas Tadeu...
Não precisa se ajoelhar no "miarar" não...faça um pedidinho, baixinho "prele"..e tu vai ver a força desse parceiro.
Em sendo assim, pode me cobrar o aguaceiro...
Abrço. Do amigo, Ivanhoé.
--
Ivanhoé Eggler Ferreira
(019) 3891.5881 9735.2130 (019) 9136.2975
São Paulo-Brasil
ESTOU EM SANTIAGO AJOELHADO EM CIMA DOS MILHOS
Vim para pesar umas vacas gordas para novos clientes. Um é de Sananduva.
Antes, porém, de me mandar pra fora, fui interceptado pelo meu amigo Pablo Nicola e pelos seus comparsas Roni e Italo, para um jogo de duplas no Tenis club. Loucura o que essa turma de Santiago está batendo bem na bola.
Houve uns ribombos, uns raios, uns ameaços de chuva, mas até agora nada.
Decidi fazer uma simpatia para que chova. estou ajoelhado em cima de milhos, com os braços para cima.
( tentei postar umas fotos do céu plúmbeo mas que remancha para chuva.. só que tá braba a conexão aqui) Fica para amanhã.
Vamos torcer por tempo bom - chuva.
vamos ver no que dá.
Antes, porém, de me mandar pra fora, fui interceptado pelo meu amigo Pablo Nicola e pelos seus comparsas Roni e Italo, para um jogo de duplas no Tenis club. Loucura o que essa turma de Santiago está batendo bem na bola.
Houve uns ribombos, uns raios, uns ameaços de chuva, mas até agora nada.
Decidi fazer uma simpatia para que chova. estou ajoelhado em cima de milhos, com os braços para cima.
( tentei postar umas fotos do céu plúmbeo mas que remancha para chuva.. só que tá braba a conexão aqui) Fica para amanhã.
Vamos torcer por tempo bom - chuva.
vamos ver no que dá.
domingo, 4 de dezembro de 2011
DAVIS - UM ESPETÁCULO DE FINESSE E FAIRPLAY
Não deu para a Argentina. Mas o que vi foi um espetáculo de vibração e de educação das duas torcidas em Sevilla. Espanhóis e argentinos, às vezes misturados, homens, mulheres e crianças, todos alegres torcendo.
Nisso o tênis se destaca sobre o futebol. No fairplay, na elegância. Não conheço um só tenista bagaceira.
Ao final da disputa vencida por Rafael Nadal, o mesmo consolou o argentino Del Potro e incontinenti foi abraçar toda a equipe argentina. Só depois reuniu-se com seus companheiros.
Não adianta - gente fina é outra coisa.
E bagaceira é bagaceira, com ou sem dinheiro.
AINDA O ÁLCOOL. COMENTÁRIO DO EXPERIENTE COMISSÁRIO LOEFFLER
Diz o blogueiro – ao abrir o blog do Ruy, sempre o primeiro que abro, pois ali encontro idéias e pensamentos de alguém que tem a faculdade de pensar e externar o que pensa e o faz sem medo. Fico então sabendo que o médico e ex-jogador de futebol, inclusive da seleção nacional, Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira que tinha 57 anos e era pai de seis filhos morreu nessa madrugada. Como jogador foi diferenciado vez que muito técnico e tinha forte espírito de liderança tendo implantado no Coríntians a chamada democracia corintiana. Esteve este ano internado em hospital por duas vezes, internações de correntes de uma cirrose hepática. Nessa terceira internação uma infecção generalizada que a medicina denomina septicemia o levou do convívio de todos. Como diz o Ruy, o álcool é a porta das demais drogas. O álcool assim como o cigarro penso deveriam sofrer uma taxação de no mínimo uns 200% o que iria inibir pelo menos um pouco o consumo dos mesmos assim como financiar o tratamento das doenças decorrentes do consumo de ambos. Por que digo taxação? Por que diferente dos impostos a taxa tem destinação específica e assim poderia ser criado um fundo específico à saúde. Existe algo mais desagradável que aturar um bêbado? Penso que não. Os principais acidentes de trânsito têm atrás de si o maldito álcool. Esse reduz de forma significativa os reflexos de qualquer um e isto no trânsito é fatal. O Conselho Estadual de Trânsito se colocou acima do bem de do mal e até mesmo da Constituição Federal ao decidir que todo o condutor de veículo abordado em barreiras deve submeter-se ao etilômetro. Assim a garantia constitucional de o indivíduo não produzir prova contra si foi por terra. Penso que nem tanto ao mar, nem tanto à terra. As penas aos que conduzem sob efeito de álcool deveriam ser muito pesadas o que infelizmente não ocorre. A pena não tem tão somente o efeito pedagógico da punição, pois serve como exemplo aos demais inibindo tais condutas. Outro grande problema que vejo nos acidentes em rodovias é a omissão das polícias rodoviárias OSTENSIVAS que pelo próprio nome deveriam estar bem visíveis a fim de inibirem condutas impróprias quando estas ao invés de assim procederem se escondem a fim de flagrar alguém em excesso de velocidade para aplicar multas. Quando o estado assim se comporta demonstra irresponsabilidade com a integridade de todos nós, pois visa tão somente arrecadar. E essa pratica que reputo criminosa vez que idêntica a do bandido que se esconde atrás do portão de nossa casa para nos roubar quando desembarcamos do carro. Qual a diferença de uma conduta e de outra? Existe sim, pois ao bandido o efeito surpresa é fundamental na pratica do roubo. Agora a polícia OSTENSIVA esconder-se a fim de aplicar multas é desonesto e nojento, pois demonstra o espírito inverso ao que deveria ser os das polícias enquanto instituições de estado. Sócrates foi um dos meus ídolos no futebol pela sua elegância e facilidade ao jogar. Que Deus o receba lá e que sua família consiga assimilar essa perda precoce, o que não é nada fácil e disto sei por experiência própria.
SÓCRATES - O JOGADOR
Minha primeira experiência traumática relacionada ao álcool foi aos 15 anos. Minha turma de escola tinha uma festa no Club União de Santa Cruz. Minha mãe me avisara que não pegasse carona e viesse a pé para casa. Na época era comum menores de idade pegarem o carro dos pais, por incrível que isso possa parecer hoje. Na saída, um amigo estava com a pick up do pai e convidou a gurizada a dar umas bandas. Eu cheguei a saltar na caixa, lá atrás, mas logo caí fora, no momento em que o motor roncou. Ao amanhecer meu pai me acordou para ir ao velório dos guris que tinham capotado.
Como juiz ví o que o vício do álcool pode fazer com os casais, o que ele faz consumindo patrimônios e o que ele degrada o homem.
Pior, o álcool é o primeiro degrau para a maconha, que é o primeiro degrau para drogas pesadas.
É o álcool que está atrás da briga de vizinhos. É o álcool que está atrás dos acidentes de trânsito, dos crimes passionais.
É o álcool que esteve atrás da prematura morte de Sócrates.
sábado, 3 de dezembro de 2011
ARRIBA ARGENTINA
Nunca escondi minha grande admiração pela Argentina. Seu folklore rico e variado, o virtuosismo de seus músicos, o futebol vigoroso e inteligente, a culinária , seu gado de primeira, o respeito que têm pelos mais velhos, a classe de suas meninas.
E, principalmente, sua alma castelhana. Não são , em geral " lambe-botas" de poderosos.
Só em Buenos Aires há mais quadras de tênis que em todo o Brasil.
Estou acompanhando a final da Taça Davis entre Espanha e Argentina, que se realiza em Sevilla.
Bueno, do Rafael Nadal é difícil de ganhar. Mas o Del Potro perdeu ontem por puro cansaço.
Hoje a dupla argentina deu um pau nos espanhóis.
Tudo se decide amanhã.
Ligue o canal 38 da Net a partir das 10 de la mañana.
Afinal, nós gaúchos, argentinos e uruguayos somos irmãos.
E, principalmente, sua alma castelhana. Não são , em geral " lambe-botas" de poderosos.
Só em Buenos Aires há mais quadras de tênis que em todo o Brasil.
Estou acompanhando a final da Taça Davis entre Espanha e Argentina, que se realiza em Sevilla.
Bueno, do Rafael Nadal é difícil de ganhar. Mas o Del Potro perdeu ontem por puro cansaço.
Hoje a dupla argentina deu um pau nos espanhóis.
Tudo se decide amanhã.
Ligue o canal 38 da Net a partir das 10 de la mañana.
Afinal, nós gaúchos, argentinos e uruguayos somos irmãos.
A GURIA DE BAD KROZINGEN
Comecemos dizendo que Bad não tem nada a ver com o bad inglês. Em alemão antigo é balneário e pronuncia-se bad mesmo.
É uma linda cidadezinha ao lado de Freiburg ( pronuncia-se Fraiburg ( frei - livre). Foi onde encontrei um quarto para ficar logo que iniciei meu estágio, nos anos 80, no Max Planck Institut.
Todos os dias pegava o trem em Bad Krozingen e 10 kms depois estava no centro de Freiburg.
Todas as manhãs, no meu horário, uma menina de seus 21 anos e 3 meses de idade aproximadamente,tomava o trem comigo, Normalmente ela trajava um vestidinho de voal, translúcido. Ela gostava de viajar de pé, com o braço levantado segurando uma alça. Foi então que vi, pela última vez na vida uma mulher com pelos nas axilas. Os dela eram castanhos.
No terceiro dia disse-lhe:
- wie heisst Du?
- Irina, respondeu-me,
tentei prolongar a conversa mas ela conseguiu me dizer que era tcheca, vinha de Klecany, perto de Praha , tocava Horn ( tuba) e o namorado ficara lá na antiga Tcheco-Eslováquia.
Tinha dias que ela não estava a fim de conversa. Até que tive uma idéia.
- Weisst Du, ich bin kein deutscher, ich bin brasilianer...
Ao lhe dizer que eu não era alemão e sim brasileiro, duas tochas se acenderam nos seus olhos negros.
- ernst gesagt? falou ela
- sim, estou falando sério.
Concordou em ir comigo tomar banho de piscina. Recebemos as indefectíveis tocas, passamos no pedilúvio, pagamos por duas horas e ela foi se vestir.Pensei que viria de maiô.
Veio com uma camiseta branca, sem nada por baixo e um short de jogar futebol.
Ela falou que largaria seu namorado se eu a levasse junto para a terra onde o sol sempre brilha, sempre faz calor, todo ano é samba e carnaval e todos são risonhos.
Falei que precisávamos fazer um test drive antes, mas que eu morava num lugar onde fazia frio e não tinha palmeiras nas praias, que ficava bem ao sul.
Ao acordarmos no dia seguinte me disse que se era para ir a um lugar frio, então ficaria com seu namorado mesmo, que tinha um motor home e que a levaria para as praias da Espanha.
- auch gut, só me restou dizer...
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
AINDA O PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO
EIS A BELA LIÇÃO DE ROGOWSKI
Sempre tive a convicção que a informática era um caminho sem volta, que era revolução digital chegando assim como foi a revolução industrial.
A informática evoluiu na iniciativa privada, disparou em todas as areas, no sistema bancario então nem se fala, o Brasil está à frente de muitos países.
O problemão é quando se trata do Estado e especialmente o judiciário, aí a porca torce o rabo.
A Lei n.º 11.419 (lei do processo eletrônico) já chegou tarde, só em 2006, mas ainda hoje ela não foi implementada na quase totalidade dos tribunais estaduais ou o foi precariamente.
No Rio Grande do Sul o judiciário começou bem, fomos os primeiros a dar início a informatização, recordo-me que uma equipe do tribunal de justiça de São Paulo veio estudar informatição com os gáuchos, etc. Mas no momento que a coisa evoluiu, ganhou corpo, começaram as resistências e “sabotagens” interna corporis.
Quando assumiu a direção do Foro Central de Porto Alegre, o eminente Juiz Carlos Eduardo Richinitti, enviei-lhe um e-mail dizendo da minha esperança de que ele olharia a questão da informática, pois o Estado, com muito sacrifício, havia investido milhões no sistema Themis, quando há falta de recursos para saúde, educação e segurança, e, o sistema era subutilizado.
Relatei-lhe que juízes e servidores não lançavam despachos e sentenças no sistema, obrigando os operadores (ou operários...) do Direito a se deslocarem aos cartórios para ler um simples despacho que poderia estar no sistema. Entre os operadores incluo a Advocacia pública e o Ministério Público, cujo tempo e as despesas de transporte são custeados pelos tributos pagos pelo povo.
Ponderei na mensagem enviada que "tudo isso se traduzia em desperdício do dinheiro público e passível de enquadramento no art. 5º da Lei de improbidade administrativa (Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992) pelo qual, ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do dano". A lei prevê até a modalidade culposa, mesmo que não haja a intenção de causar o dano.
Com a fidalguia que lhe é peculiar, o Dr. Richinitti logo me respondeu e disse que, imediatamente, iria adotar providências. De fato, algumas mudanças para melhor ocorreram, porém, ainda hoje há focos de resistência, alguns cartórios passaram a disponibilizar as peças processuais no sistema, outros não. Alguns poucos cartórios aceitam petições por e-mail como sucedâneo do fax, outros não (a maioria!).
Após a promulgação da Lei n.º 11.419/2006 que autoriza o uso de meio eletrônico para transmissão de peças processuais, adquiri um cartão com assinatura digital emitido por autoridade certificadora nacional, e, tentei fazer uso em petições na Justiça Federal que não aceitou, alegando que a lei ainda não havia sido regulamentada. Intentei recurso judicial, petição admistrativa, e, hoje, isso está superado, as petições são aceitas, graças a Deus.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina há muito tempo já entrou na era do processo virtual, com grande economia de tempo, dinheiro e recursos naturais, beneficiando o cidadão, o meio ambiente.
Além do desperdício do dinheiro público está presente a questão do dano ambiental, pois, quanto mais papel é usado mais árvores são abatidas. E quanto mais deslocamentos aos foros, mais combustível queimado, mais poluição.
Além do desperdício do dinheiro público está presente a questão do dano ambiental, pois, quanto mais papel é usado mais árvores são abatidas. E quanto mais deslocamentos aos foros, mais combustível queimado, mais poluição.
Em artigo de minha lavra publicado no Espaço vital, cheguei mesmo a alertar à comunidade jurídica da possibilidade de uma representação ao Ministério Público e o ajuizamento de uma ação popular, o que contribuiria para o debate sobre a questão, quanto mais não seja, para registro histórico da oposição dos cidadãos contra a ineficiência de gestores públicos. Estes, num mundo de céleres e profundas transformações, ainda não conseguiram cumprir uma lei que já está em vigor há mais de cinco anos. http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=15961
Em outro artigo de minha lavra, também publicado no Espaço Vital, intitulado “O desafio do processo judicial eletrônico” eu iniciei relatando que um renomado professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do RS me disse de sua sensação de “coisas velhas”, um sentimento existencial de anacronismo e obsolescência em relação ao seu entorno.
Atrevi-me a opinar no sentido de que a meu ver isso decorria do nosso universo profissional onde predomina, em vários aspectos, um “bolor” resultante do exacerbado conservadorismo e estagnação.
Parece-me que a cosmologia judicial está submetida aos movimentos de sístole e diástole, quiçá, como forma de obter equilíbrio.
Há focos de resistência ao novo, foi assim também com a introdução da máquina de datilografia, levou muito tempo até que a caneta tinteiro e o mata-borrão fossem abandonados.
Como eu disse antes, a justiça parece possuir mecanismos que aparentemente se antagonizam, em termos de movimento e inércia, mas penso que aí precisamente resida a segurança e a sobriedade da sua atuação e interação com a sociedade.
Assim, respondendo à indagação antes feita, entendo que é possível avançar sim, sempre, mas respeitando o tempo que cada um necessita para assimilar o novo desde que não seja demasiado ao ponto de causar prejuízo ao interesse público.
Pode-se retardar o progresso, mas não há como barrá-lo indefinidamente. Prova disso é que o processo judicial eletrônico paulatinamente vem se tornando realidade em várias unidades da federação.
Nós, operários do direito, parafraseando expressão cunhada pelo eminente Juiz Federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, não estamos imunes a certos temores ante o novo e o desconhecido, bem como, não estamos preparados a contento para essa novel tecnologia que envolve a eletrônica e a informática.
A propósito, o Dr. Cândido é um estudioso e grande conhecedor da informática, temos trocado idéias a respeito de várias questões.
Concluo concordando que o processo virtual é um caminho sem volta e que traz uma grande oportunidade aos jovens profissionais, contudo, deixo aqui o ALERTA do antes nominado Cândido Alfredo Silva Leal Júnior: “Precisaremos também nos ajustar à tela do computador. (...) Se não mudarmos nossos hábitos de escrita e leitura, pagaremos um preço caro: além de ultrapassados (subaproveitamento da nova ferramenta), ficaremos doentes (movimentos repetitivos e problemas de visão). Se não nos ajustarmos à tela do computador, sobreviveremos como escravos do processo eletrônico: trabalhando mais e produzindo menos.” (fonte: http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=16957)
Cumprimentos a Dra Maristela por sua participação e denodo na criação do sistema Themis.
Abraço
Rogowski
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
INCRÍVEL OPORTUNIDADE PARA JOVENS ACADÊMICOS E BACHARÉIS EM DIREITO. ARTIGO DE MARISTELA GENRO.
Hoje há apenas 3.000 advogados inscritos na certificação digital entre os 60 mil advogados ativos.
Gente! o processo virtual é um caminho sem volta!
Está aí a chance dos jovens, pois os advogados antigos relutam em se " amansar" nessa área.
Leiam esse artigo da dra. Maristela!
............................................................................................
Ingressei no Poder Judiciário, mediante concurso público, no ano de 1990. Naquela época utilizávamos máquina de escrever, com papel carbono, para fazermos os acórdãos.
Fomos evoluindo até a criação do sistema Themis, uma verdadeira revolução da qual fiz parte do projeto piloto, como representante do Tribunal de Justiça, nomeada pelo Des. Arno Werlang.
Tivemos muitas resistências e muitos foram os ajustes. Situações novas se apresentavam diariamente e o pessoal que criou o aludido sistema tinha que solucionar os conflitos.
Com o passar dos anos todos aderiram, Magistrados e servidores, até porque muito facilitou nosso trabalho.
Hoje, ao participar de um treinamento aos funcionários e Desembargadores do TJRS sobre o Processo Eletrônico, constatei que a evolução da informática não tem limites e que a internet é um instrumento do qual todos terão que ter acesso.
O Processo Eletrônico, que terá início no próximo dia 15/12, somente no Tribunal de Justiça, inicialmente, será uma ferramenta essencial principalmente para os advogados do interior do Rio Grande do Sul. Não mais precisarão se utilizar do Correio para o envio de seus recursos, evitando gastos. As intimações serão todas através do Portal do Processo Eletrônico, o qual já está disponível no site do TJRS, inclusive com diversas informações e até vídeos a respeito de seu funcionamento.
Basta que o advogado obtenha, junto à OAB-RS, sua certificação digital. Para aqueles que não dispõem dos recursos adequados o Tribunal de Justiça destinará uma sala, no térreo, com equipamentos apropriados para a digitalização.
Através do portal o advogado terá acesso a todas as peças do processo e, futuramente, as partes também o terão. Tudo o que se fizer nos autos, após a assinatura, estará na web e ao acesso de todos.
Além da facilitação da vida dos advogados o meio ambiente será beneficiado, pois milhares e milhares de folhas deixarão de ser utilizadas. Doenças respiratórias que atacam trabalhadores do Judiciário deixarão de existir.
Uma vez iniciado o processo eletrônico, ele terá toda a tramitação na forma eletrônica, portanto os profissionais do direito que desejarem uma pronta prestação jurisdicional, que ao fim e ao cabo é o desejo de partes, Judiciário e advogados, devem providenciar em suas certificações digitais para que possam fazer uso de tão maravilhosa ferramenta.
RESCALDOS BRASILIENSES
Há muitos anos uma aluna minha da faculdade de Direito me disse:
- o Brasil começa de São Paulo para cima.
Depois, viajando mais, constatei a quase veracidade da assertiva.
E Brasília é um cadinho de todo o Brasil. Dá gosto de ver os rostos e os tipos físicos quer desfilam. Isso é o Brasil.
E, desde os anos 70 , em que passei a periodicamente visitar Brasília, me convenci que a maior virtude dos irmãos " de São Paulo para cima" é a bonomia ( não boemia, tontinho), é a lhaneza, é a delicadeza no trato.
Entrar num prédio do STJ é uma delícia, pois sempre estão de cara alegre. Num restaurante do Rio de Janeiro o garçon é, via de regra, super atencioso.
Mas o que noto é uma concentração exagerada de gente, de assessores, de assessores de assessores em Brasília. É uma hipertrofia de aspones, de dirigentes, de mariposas circunvolejando o " puder" que causa espanto.
Voltando para a casmurrice gaúcha, quem sabe se não somos nós os certos e quem sabe se inicia uma luta por um verdadeiro federalismo em que os Estados possam mais e a União só cuide da moeda, da segurança nacional e de mais algumas coisas gerais e pronto.
A coisa está tão hipertrofiada que Prefeitos passam em Brasília.
Mas péra aí: não dá para telefonar, mandar mail?
Como estão as coisas a resposta é: hoje não. Tem que ir lá.
Na sede do " pudêr".
Talvez isso explique porque os três Estados sulinos perderam o protagonismo.
- o Brasil começa de São Paulo para cima.
Depois, viajando mais, constatei a quase veracidade da assertiva.
E Brasília é um cadinho de todo o Brasil. Dá gosto de ver os rostos e os tipos físicos quer desfilam. Isso é o Brasil.
E, desde os anos 70 , em que passei a periodicamente visitar Brasília, me convenci que a maior virtude dos irmãos " de São Paulo para cima" é a bonomia ( não boemia, tontinho), é a lhaneza, é a delicadeza no trato.
Entrar num prédio do STJ é uma delícia, pois sempre estão de cara alegre. Num restaurante do Rio de Janeiro o garçon é, via de regra, super atencioso.
Mas o que noto é uma concentração exagerada de gente, de assessores, de assessores de assessores em Brasília. É uma hipertrofia de aspones, de dirigentes, de mariposas circunvolejando o " puder" que causa espanto.
Voltando para a casmurrice gaúcha, quem sabe se não somos nós os certos e quem sabe se inicia uma luta por um verdadeiro federalismo em que os Estados possam mais e a União só cuide da moeda, da segurança nacional e de mais algumas coisas gerais e pronto.
A coisa está tão hipertrofiada que Prefeitos passam em Brasília.
Mas péra aí: não dá para telefonar, mandar mail?
Como estão as coisas a resposta é: hoje não. Tem que ir lá.
Na sede do " pudêr".
Talvez isso explique porque os três Estados sulinos perderam o protagonismo.
ZELTINGEN-RACHTIG
Acredito muito no culto aos antepassados, sejam negros, sejam brancos, sejam de qualquer etnia. A raça humana é uma só; nenhuma etnia é superior à outra.
Mas homens ou mulheres que não têm raízes familiares, ou as desdenham, muitas vezes estranham isso.
Que pena.
Mas mesmo quem não conheça suas origens, pode e deve constiuir uma família e iniciar um tronco que verta valores sem os quais não somos nada, nem temos futuro.
As fotos que hoje publico são da terra de meus avós paternos, à margem do Rio Mosel, entre Trier e Koblenz.
Sempre que posso passo temporadas lá.
FEIRA DE OVINOS EM UNISTALDA AMANHÃ - 6A. FEIRA
Queria dizer aos leitores de todo o Estado que Unistalda tem um rebanho muito bom. E de várias raças, especialmente Ile de France, Ideal, Corriedale e Texel.
Lá haverá qualidade e quantidade.
A Pecuária Gessinger comparecerá, como não poderia deixar de ser.
Maristela é assessora concursada no Tribunal de Justiça de P. Alegre, amanhã é dia de expediente e não poderá comparecer pessoalmente.
Eu, também não, pois tenho meus afazeres no escritório.
Mas irá nosssa equipe que procurará bem atender a todos. Damos financiamento direto e levamos o produto em sua estância.
Peço desculpa aos organizadores e desejamos muito êxito.
Lá haverá qualidade e quantidade.
A Pecuária Gessinger comparecerá, como não poderia deixar de ser.
Maristela é assessora concursada no Tribunal de Justiça de P. Alegre, amanhã é dia de expediente e não poderá comparecer pessoalmente.
Eu, também não, pois tenho meus afazeres no escritório.
Mas irá nosssa equipe que procurará bem atender a todos. Damos financiamento direto e levamos o produto em sua estância.
Peço desculpa aos organizadores e desejamos muito êxito.
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